domingo, 13 de março de 2016

IMPRENSA GOLPISTA FAZ FOFOCA

Bando de fofoqueiros!!!




DITADOR COREANO OFERECE ASILO POLÍTICO A BRASILEIROS!!!


Cara de espanto com protestos

MADURO CRITICA PROTESTOS!!!

Vera Cruz Times
por José da Silva

Maestro Nicolás "Longaniza" Maduro recuerda los brasileños e a Dilma Russiffu: "No puedo permitir que sus blancas y delicadas manos se manchen con la bajeza del golpe". 



BLACK BLOCS INICIAM ARRUAÇA!!!

Manifestações tendem a ficar violentas...

EXCLUSIVO!! FLAGRAMOS MANIFESTANTES ORGANIZANDO CONTRAPROTESTO!!!

MANIFESTANTES CONTRÁRIOS ÀQUELES QUE PROTESTAM FAZEM MOVIMENTOS BUSCANDO CONFRONTO NAS RUAS!!!

CLIMA TENDE A ESQUENTAR!!!!

Em São Paulo, contramanifestantes ficam na espreita!
Na Orla de Copacabana, estão prontos para defender seus ideias e as conquistas sociais de sua classe

NÃO VAI TER GOLPE!!! 

 Clima fica tenso em Brasília!!!

MILHÕES PROTESTAM EM TODO O BRASIL!!!

IMAGENS INÉDITAS E EXCLUSIVAS!!!

SÃO MILHÕES PROTESTANDO EM TODO O BRASIL!!!

Belo Horizonte ferve!!! 


Brasília: Esplanada dos Ministérios está abarratoda de manifestantes!!! 


Milhões se reunem na Avenida Paulista, em São Paulo 


Na Orla de Copacabana, manifestantes cantam Hino Nacional!!!

Em Recife manifestantes se aglomeram!!! 


Em Salvador, momentos de tensão em meio a manifestações pacíficas!!!

sexta-feira, 11 de março de 2016

VALEU OU NÃO VALEU???


LULA TENTA DISSIMULAR PROVAS DE SEU PASSADO OPERÁRIO!!!

Tentando seguir os passos de Serra, sem sucesso...

SERRA SE PREPARA E LIMPA GABINETE!!!

Tenho certeza que ela há de sair em breve...

DILMA SE COMPROMETE A OUVIR O POVO

Sem obstáculos para ouvir os apelos...

DILMA E EIKE NA CONSOLAÇÃO

- Não liga pra eles... Eles ainda vão pagar por tudo isso que estamos passando!!!
- Qui, pagá o que, sô! Tira o zóio daí, rapá!

DILMA SEGUE NO COMANDO!

O importante é olhar pra frente!!!


EXCLUSIVO! AÉCIO RECEBE ACARAJÉS EM SALVADOR!

O olho cresce pra cima do Acarajé...

Editorial

Por Dom Fernandes III

Tinha planos de escrever um editorial bonito esta semana.

Cheio de citações, com retórica bem aparada, consolidando os problemas que todos os nossos editores debateram – este seria o mágico e estupendo edital.

Mas não.

Vem essa Lavajato, essa “prisãozinha” do Lula, essa aceleração do impiche e pronto.

Lá se vai meu belo editorial em troca de opiniões sobre temas chatos, chatos, e mais do que chatos.

Eu queria falar das flores e se algum leitor sem-noção me cobrar por que eu não disse que falei das flores, deixo as flores para o velório de um governo que saiu da UTI na semana passada e já está no necrotério aguardando que venha algum parente ou conhecido reconhecer o corpo.

A causa mortis, entretanto, está oscilando entre cassação de mandato e impiche.

E ai é que reside a nossa agonia, pois somos instados a nos manifestar, como o veículo de jornalismo mais antigo do mundo, a dizer se somos a favor ou contra o impiche, a favor ou contra a cassação de mandato.

Eis ai nossa opinião (e dane-se o resto! #prontofalei): SOMOS CONTRA O IMPICHE! SOMOS CONTRA A CASSAÇÃO DE MANDATO!

Mas ao mesmo tempo, do jeito que está, não dá.

E ai? O que fazer?

Ora, nosso jornal é a favor da exoneração da funcionária pública de plantão no Palácio do Planalto (a Dona Russiffo) de maneira expedita e por força de incapacidade civil absoluta.

A inquilina do Planalto está visivilmente doente.

Sofre, sem sombra de dúvida, de alguma debilidade mental, de alguma fragilidade intelecto-cognitiva que nem eu, nem Doutor Pangloss sabemos bem identificar o que é.

Mas que ela está doente, ah, isso está.

Ela não está bem.

Precisa ir pra casa, se tratar; cuidar da cabecinha, da memória, essas coisas.

Só Tylenol e Novalgina não estão adiantando.

Prozac, Deprax, Eufor, Dieta Ravena, Grecin 2000 – nada está dando efeito.

A Dieta então, que desgraça!, está atacando a memória e os neurônios que sobraram, atualmente ocupados em matar a fome e combater a calvície.

Os sintomas só se multiplicam e a incapacidade por “discernimento reduzido” já foi até diagnosticada por aliados – eles notam certo autismo na capacidade de compreensão e leitura do entorno.

Já passou da hora de darmos início a um processo rápido, simples, indolor, higiênico, legal e constitucional (segundo a constituição de 1969, Parágrafo Único ao art. 184, as despesas desse processo com médicos e etc correm por conta da União, norma esta que, pelo princípio da recepção constitucional do justo, está ai pra quem quiser ver): não chamem o Cunha, nem o Senado, nem a Câmara, nem a PF, nem o Janota, nem a Força-Tarefa, nem o Gilmar, nem o Supremo, nem o MDB, nem o Maduro-Girafales, nem o Morales-Cara-de-Bolacha, nem o Mujica-Seu Jaiminho, nem a Kirschner-Dona Florinda e nem o Corrêa-Quico, nem o síndico, nem o Dunga, nem o Parreira e nem o Felipão – chamem um médico. Um médico bom, de boa formação, com bom domínio da técnica, da confiança de todos, pronto para agir pelo Brasil, armado de seu CRM e seu estetoscópio.

Ele vai até o Planalto (não precisa ser em condução coercitiva, pode marcar hora e data que loucura não foge de um dia para o outro), apresenta seu CRM com especialização em Psiquiatria na portaria do Palácio, toma um chá de cadeira de 3 horas e examina a paciente em meia hora, trazendo a público o diagnóstico que todos nós sabemos: “não dá mais, ela tá lelé-da-cuca, pirada, doidinha de pedra”.

Um exame rápido, simples, algumas perguntinhas, uns testezinhos psicotécnicos, coisa simples assim, nada demais. Uma mesinha com figuras geométricas, um pique-repique, uma musiquinha qualquer (pode ser uma marchinha de Carnaval do Silvio Santos que está ótimo).

E analisa o resultado para o bem da nação pensando: daria para colocar alguém com esse discernimento da realidade para cuidar da minha residência, na minha ausência, por pelo menos uma semana? Quebraria algo? Abriria a porta para funcionário falso da NET? Regaria a jardineira de brita? Conversaria com a fruteira por mais de 10 segundos? Gastaria corretamente o dinheiro do “caixinha” para manter a despensa com alimentos adequados e produtos de limpeza e higiene minimamente úteis para os fins a que se prestam? Daria descarga após o uso? Apagaria a luz ao sair de algum cômodo?

Se a resposta for “não” para qualquer uma das perguntas, é inevitável a interdição civil.

Procuraria algo no escuro? Lavaria louça com Omo? Inala freadas antes de lançar as cuecas no recipiente da lava roupas? Secaria a louça lavada com Omo no microondas? Dormiria na minha cama na minha ausência?

Se a resposta for “sim” para qualquer uma das perguntas, o caso está encerrado.

Com a interdição decretada após o laudo só poderá assinar cheques, contratos e praticar os atos da vida civil em geral assistida de um curador.

Para o exercício de cargo público, recebe, com as homenagens de estilo e praxe, aposentadoria proporcional (que o Diário se compromete a pagar a diferença se ela sair logo).

A melhor alternativa é essa: aposentadoria por incapacidade civil (relativa ou absoluta, depois a gente vê).

Uma vez aposentada, ela poderá jogar bastante Banco Imobiliário e se deliciar com as cartinhas de “Sorte ou Revés”, sem fazer com que os efeitos do jogo sejam sentidos por quem não tem os dados nas mãos.

No mais, com licença, leitor, leitora: tenho roupas por lavar e almoço por fazer.

Presentes das Empresas

Caderno Empresas
Por Bill Taney

Voltamos, pessoal.

E conforme prometido, vamos continuar nesse assunto gostoso sobre o sadio hábito de dar presentes.

Na coluna anterior passada contamos a história do JOVEM APRENDIZ que se tornou um GRANDE CHEFE, um espécie de pajé dos tempos modernos.

Ele soube fazer da sua vida profissional um verdadeiro sacerdócio em presentear.

Ele foi tão hábil, tão esperto, que nem sequer tirou um tostão do bolso e tendo saído completamente da humildade, sobre alegrar os superiores presenteando-os com serviços úteis.

Ele usou o guanxi chinês de um modo que nem mesmo esse milenar e astuto povo pode imaginar quando inventou o sacerdócio do presente ainda antes de Confuso.

Pois bem, hoje vamos falar de presente de verdade – de dar algo, um bem, um objeto de valor, as técnicas, as formas.

Quando falamos de dar presentes de verdade, objetos, temos que pensar em algo caro. É importante que seja caro pois o presenteador tem que impressionar. Pode ser uma jóia (não precisa ser bonita, basta que seja caro), um jantar caro, um vinho caro (não precisa ser bom, basta que seja caro). Coisas baratinhas podem ofender.

Há aqueles presentes intermediários: uma roupa cara, um perfume caro, coisas assim.

Mas nesses casos, o presenteador poderá enfrentar um problema sério – se ele não for tão bom quanto o nosso JOVEM APRENDIZ ao ponto de saber qual o exato gosto do presenteado, poderá dar algo que o presenteado não goste e ai o ato, ao invés de atingir o seu objetivo, poderá transparecer certa ignorância sobre a pessoa, o que não é bom.

Sendo o presente caro, o presenteador poderá sempre minimizar esse efeito colateral, pois o presentado, caso não goste, poderá repassar o presente perpetuando essa cadeia fenomenal de nossa máquina produtiva.

Quanto mais barato, maior o risco caso o presenteador não conheça bem o presenteado. E mesmo que conheça bem, se acertar na mosca o desejo ou a necessidade do presenteado dando-lhe um presente barato, correrá o presenteador outro risco – o de não ser considerado um presente de verdade.

Assim, se não souber ou não puder dar um presente caro, o mais indicado é que o presenteador dê notas de dolares como presente, de preferência em múltiplos de cem: $100, $200, $300... $2,000, $2,500... $50,000... $250,000... $1,000,000... $2,000,000.

Os dolares são presentes práticos e universalmente aceitos. Todo mundo gosta, não tem como errar. E mais: você não tem o risco de ter o seu presenteado repassando porque não gostou do presente. Ele vai repassar porque realmente precisa presentear outro. É o estado mais puro desse sacerdócio divino e filantropista que é o ato magnânimo de presentear. As nobres notas também são universalmente aceitas e amplamente geradoras de sorrisos, alegrias, felicidades, graças e mais outros infinitos sentimentos positivos que vêm do coração.

Esse presente entretanto, gera algumas dúvidas. O primeiro deles é em relação a quantidade de múltiplos de cem a ser presenteado. Bem, essa quantidade vai depender do “apreço” que está sendo sentido pelo presenteado. A ocasião e as contrapartidas também podem influir.

Ao dar presentes simples como esse, o presenteador deve seguir o exemplo chinês e colocar tudo em um envelope vermelho com dizeres bem bonitos. Pode colocar lacinho no envelope, desde que seja vermelho também. É uma tradição que não pode ser quebrada.

Normalmente valores até $5,000 cabem num envolpe. Se o valor for entre $5,000 e $500,000, o presenteador poderá optar por fazer a entrega em uma bolsa Louis Vitton, Prada ou Gucci. Se for homem a receber, entregue em uma valise da Halliburton ou numa pasta tipo 007 de couro argentino.

Valores superiores a $500,000 precisam ser arrumadinhos em uma mala de mão, dessas que cabem em um bagageiro de avião bom (teco-teco não vale).

Entretanto, nunca dê mais do que $2,000,000, pois excesso de generosidade pode pegar mal. Além disso, valores superiores a esse não cabem numa maletinha e ai você teria que quebrar uma tradição sagrada.

A entrega pode ser “sem cerimônia” ou “com cerimônia”.

Na entrega “sem cerimônia” você entrega e logo diz “aqui está... obrigado por aquele cafezinho”. Nesse caso o “cafezinho” é aquele algo que te motivou a dar esse lindo e útil presente.

Já na entrega “com cerimônia”, vários ritos de entrega são universalmente aceitos. Isso, de tão complexo, mereceria outra coluna, que posso pensar em breve em escrever a você, meu leitor amigo, minha leitora linda!

Mas voltando a entrega “com cerimônia”, lembro a mais tradicional e que, não sabemos porque, vem caindo em desuso – é a cerimônia da aposta. Nessa cerimônia você faz assim: chega para o seu interlocutor e diz a ele, “eu aposto $xxxx com você que você não consegue fazer aquele servicinho pra mim”. Se ele fizer, você terá que pagar a aposta!

Não é simples?

É uma aposta! Obrigação natural. Nada ilegal, não mata ninguém (exceto se o
“servicinho” em tela for “matar alguém”) é bem divertido e todos gostam e aceitam.

Até as empresas retrógradas que têm aqueles absurdos códigos que proibem dar presente, não proibem apostas!!! Tanto é que nessas empresas todo mundo faz bolão da Mega-Sena, não é verdade? Então, até nessas empresas as “apostas” tem que ser pagas!!!

E pagar apostas é lícito e bonito! E, acima de tudo, É HONESTO!!!

Esse prêmio-aposta-presente (exceto nas empresas que proibem presentes, ai você só chama de prêmio da aposta) é muito bom, útil e aceito pela lei, pela moral, pela ética, pelos bons costumes e pelos sermões do Padre Antonio Vieira (inclusive e exclusive).

É bem diferente do jogo que o Jânio Quadros proibiu (e que já-já vai ser desproibido) e é bem parecido com as apostinhas de Fla X Flu que o pessoal faz nas empresas (apostas envolvendo o Vasco estão proibidas por serem consideradas leoninas e as com o Botafogo são consideradas apostas não-sérias ou "a brinca"). Normalmente apostam almoços ou essas coisas incômodas, mas nada impede apostar a entrega de efectivo, como diriam na Argentina, sobretudo no envelope vermelho, na bolsa Gucci, na maleta Halliburton e, se você tiver sorte, ah.... na mala de mão Rimowa!!!

Na próxima semana voltaremos falando sobre o assunto do vigarismo empresarial, algo que vem sendo pouco estudado e cultivado, mas reconhecidamente muito útil para a produtividade. Esse tema do presente no mundo corporativo com suas histórias edificantes voltará, mas em outras colunas futuras, para que você não se vicie no tema, leitor amigo, leitora cheirosa.

Até lá!

terça-feira, 8 de março de 2016

Sempre ela... a coalizão!!!

Caderno de Política
por Cícero Esdras Neemias

Falamos da coalizão há alguns dias.

Sem querer ser repetitivo, eis como vemos na coalizão o motor do Brasil e, por isso e só por isso, chamos os leitores à reflexão, mais um pouco.

Pupilo, pupilo: Mário Covas está olhando lá de cima, hein...

segunda-feira, 7 de março de 2016

MASSAS ENTRAM EM ESTADO DE EBULIÇÃO!!!

Caderno de Gastronomia
por Chef B. B. Fichú

Depois das ocorrências da semana passada, os esfaimados do Brasil colocaram as massas para ferver!!!!!!

INFERNO VERMELHO:
Massas estão sendo agitadas por mãos desconhecidas!!!!!

sexta-feira, 4 de março de 2016

Uni duni, tê!!!

Olha o passarinho... 


Tá tranquilo, tá favorável

Nas minhas coisas ninguém mete o nariz!!!!


Imprensa ligada a oposição faz jogo sujo

Blogs menores investem em aleivosias

Sem Legenda


Montando o Time

- ... Ei, a gente bota o Cerveró no gol do outro time... Não vamos perder uma no Sunbath Tournment... vai ser só de goleada...

Protegendo o cucuruto no banho de sol

Tom Jobim manda recado

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da madeira
Caingá candeia, é o Matita-Pereira

É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira

É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho

É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama

É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto do toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho

Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, pouco sozinho

Pedra, caminho
Pouco sozinho
Pedra, caminho
Pouco sozinho
Pedra, caminho
É o toco...

ABOBRINHA DE TERÇA

- ... A abobrinha refogada das terças é imperdível.... Se bater fome a tarde, fala com o Marcelito, que ele tem umas barrinhas de uva passa escondidas no gabinete dele...

CHEGUEI PRIMEIRO!!!

Caderno de Cultura
por Dionísio Crátino

- ... Se fudeu... cheguei primeiro... você vai dormir em cima no beliche... aliás, qual o telefone daquele disque-kibe que você usou na sua primeira vez?

EXTRA!! EXTRA!! EXTRA!! POLÍCIA FEDERAL FAZ BUSCAS

Caderno de Assuntos Menores
por Eugênio Villa

Fontes fidedignas nos passaram o "furo" de que a PF faz buscas para encontrar o Menino do MEP.

Companheiros de cela, que não vivem sem b..., estavam prestes a fazer uma rebelião quando chegaram na carceragem da PF, mas, astutatamente já combinaram uma delação premiada em que dizem: "Foi tudo coisa do Menino do MEP! Tragam ele aqui urgente! Predam esse molecote safadinho".

Ao passar para a sala de identificação e reconhecimento, foi a eles, de toda a Companhia, mostrada uma foto de um véio de uns 70 e poucos anos. Os companheiros reagiram e disseram: "Que p... é essa, companheiro? É o Mick Jagger??? assim não vai dar... vai rolar rebelião... o Menino do MEP não é esse... Esse ai tá muito caidão... O Menino do MEP faz passeata, usa perfume de feronômio, pinta os pelos do braço, apara as sombrancelhas e deixa as pilosidades anais bem tosqueadas".

A PF continua em busca desse inimigo público do Brasil, esse facínora, esse impiedoso criminoso, esse arquiteto de todos os males, essa figura hedionda e satânica, essa pessoa que passará, certamente, o resto de sua vida em cana na companhia dos injustiçados e descamisados!

Que tragam o MENINO DO MEP!!!!!!!!! URGENTE!!!!!!

quarta-feira, 2 de março de 2016

A bem da verdade, temos jurisprudência importante

Caderno de Legislação
por Clóvis Hauser (estagiário com OAB!!!)

Jurisprudência importantíssima tem se consolidado de maneira arrebatadora e poderá abrir um precedente para todos aqueles que tenham tido sua imagem usada indevidamente em algum boneco do Carnaval de Olinda.

Agora todos poderão ajuizar as suas notitiae criminum contra os pouco esmerados espantalhos ambulantes, facínoras corruptos e difamadores da honra alheia, injuriosos caluniadores da plácida imagem de seus reproduzidos.

Fila de réus indo prestar depoimento,
escoltados por correligionários

Exposição de Arte em Atibaia

Caderno de Cultura
por Dionísio Crátino

Esta semana fomos a uma exposição de quadros do pintor Renascentista Lambrusco, patrocinada por várias empreiteiras que providenciaram a vinda de dois quadros desse importante artista dessa era tão iluminada das artes.

O primeiro deles, muito lindo, chama-se Jesus Diante de Santa Bárbara:


O outro, intitulado, Jesus Diante de Santa Bárbara na Versão de Seu Advogado:



Uma beleza!!!

A Mostra mostra que a arte não tem limites!!!

US Election 2016

Vera Cruz Times
by José da Silva

Yes. It seems after Super Tuesday that we will have to deal with a Trump vs. HDR Clinton before Thanksgiving.

But before you go right before the ballot and drop your choice, answer me, honestly: who do you want to see playing hostess at the WH Annual Correspondents' Dinner?

This creature?:

 
Or maybe this one?:





terça-feira, 1 de março de 2016

ORÁCULO


Cântico ao 37º Aniversário do Portentoso Templo (vulgo, "Nossa Organização"), entoado em 10 de fevereiro de 2017
Por Walt from Shagow, Rev.

Na voz da (convertida) Bispa Marilena da Burguesia:

EIKÁ!!!

1. Como está sentada solitária aquela cidade, antes tão populosa! Tornou-se como viúva, a que era grande entre as nações! A que era princesa entre as províncias, tornou-se arregaçada!

2. Chora amargamente de noite, e as suas lágrimas lhes correm pelas faces; não tem quem a console entre todos os seus amantes; todos os seus amigos se houveram aleivosamente com ela, tornaram-se seus inimigos.

3. Inácio foi para o cativeiro por causa da aflição, e por causa da grande servidão; ela habita entre as nações companheiras e não acha descanso; todos os seus perseguidores o alcançaram entre as suas dificuldades.

4. Os caminhos de São Bernardo pranteiam, porque não há quem venha à festa solene; todas as suas portas estão desoladas; os seus sacerdotes suspiram; as suas virgens estão tristes, e ela mesma sofre amargamente.

5. Os seus adversários têm sido feitos chefes, os seus inimigos prosperam; porque o Senhor a afligiu, por causa da multidão das suas transgressões; os seus filhinhos foram para o cativeiro na frente do adversário.

6. E da filha de São Bernardo já se foi toda a sua formosura; os seus príncipes ficaram sendo como veados que não acham pasto e caminham sem força diante do perseguidor.

7. Lembra-se da nossa Organização, nos dias da sua aflição e dos seus exílios, de todas as suas mais queridas coisas, que tivera desde os tempos antigos; quando caía o seu povo na mão do adversário, e não havia quem o socorresse; os adversários a viram, e fizeram escárnio da sua ruína.

8. A nossa Organização gravemente pecou, por isso se fez errante; todos os que a honravam, a desprezam, porque viram a sua nudez; ela também geme e recua.

9. A sua imundícia está nas suas fraldas e saias; nunca se lembrou do seu fim; por isso foi espantosamente abatida, não há quem A console; vê, Senhor, a minha aflição, porque o inimigo se tem engrandecido.

10. Meteu o adversário a sua mão em todas as coisas mais preciosas dela; pois ela viu entrar no seu santuário os gentios, acerca dos quais mandaste que não entrassem na tua congregação.

11. Todo o seu povo anda gemendo, buscando o pão; deram as suas coisas mais preciosas a troco de provento para ganharem força; vê, Senhor, e contempla, pois me tornei desprezível.

12. Não vos comove isto a todos vós que passais pelo caminho? Atendei, e vede, se há dor igual a minha dor, que veio sobre mim, com que o Senhor me afligiu, no dia do furor da sua ira.

13. Desde o alto enviou fogo que penetra nos meus ossos, o qual se assenhoreou deles; estendeu uma rede aos meus pés, fez-me recuar, fez-me arregaçada e enferma todo o dia.

14. O jugo das minhas transgressões está atado pela sua mão; elas estão entretecidas, e postas sobre o meu pescoço, e ele abateu a minha força; entregou-me o Senhor nas mãos daqueles a quem eu não posso resistir.

15. O Senhor atropelou todos os poderosos do meu entorno; convocou contra mim uma assembléia para esmagar os meus jovens; o Senhor pisou como num lagar sobre a virgem filha de São Bernardo.

16. Por estas coisas eu ando chorando; os meus olhos, os meus olhos se desfazem em águas; porque se afastou de mim o Consolador que devia restaurar a minha alma; os meus filhos estão assolados, porque prevaleceu o inimigo.

17. Estende a Nossa Organização as suas mãos, não há quem a console; mandou o Senhor acerca de Inácio que lhe fossem inimigos os que estão em redor dele; Nossa Organização está entre eles como uma mulher imunda.

18. Justo é o Senhor, pois me rebelei contra o seu sétimo mandamento; ouvi, pois, todos os povos, e vede a minha dor; as minhas virgens e os meus jovens foram levados para o cativeiro.

19. Chamei os meus amantes, mas eles me enganaram; os meus sacerdotes e os meus anciãos expiraram na cidade; enquanto buscavam para si mantimento, para restaurarem a sua alma.

20. Olha, Senhor, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas; o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; na rua me desafia a espada, em casa está a morte.

21. Ouviram como estou gemendo, mas não tenho quem me console; todos os meus inimigos que souberam do meu mal alegraram-se pelo que Tu mo fizeste; mas, em trazendo Tu o dia que apregoaste, eles se tornarão semelhantes a mim.

22. Venha toda a sua maldade para a Tua presença, e faze-lhes como me fizeste a mim por causa de todas as minhas transgressões; porque os meus gemidos são muitos, e desfalecido está o meu coração.


10/2/2017: Agora não adianta lamentar...

PLANO CAOS


Caderno de Economia
Por Lord John C. Caos

Desde que cheguei ao Brasil, quando deixei a América em Depressão nas mãos de Roosevelt, tenho visto muitos debates interessantes nesta terra de tantas virtudes e alegrias.

Mas nenhum dos debates que testemunhei até hoje chegam aos pés do bate-boca que tenho presenciado diariamente na Redação deste prodigioso Folha da Madrugada, que completa este ano o seu 517º aniversário.

Meus meninos na fiel defesa de seus pontos trouxeram-me a vitalidade que já havia esquecido desde os últimos disse-que-dizem daquele longínquo Plano Real.

Hoje está mais do que provado que aquele Plano Real era uma falácia, um engodo, um projeto de desastre que se concretiza neste ano, em que os números comprovam que tudo é culpa do Real.

Voltando aos meus meninos, enquanto um defende uma política ortodoxa de juros e até nota a possibilidade de uma dominância fiscal, nos dá uma bela aula sobre o New Deal, mostrando o que ele não foi, para dizer o quanto o outro, que defende o aumento do gasto da máquina pública como solução, é um erro. E vice-versa. Um vê no outro o erro que lhe é próprio.

Mas nenhum sabe ao certo qual é a solução.

Eu gosto dos meus meninos.

E gosto deles porque quando entro na discussão, eles me ouvem e dizem... “claro!!! Por que não pensei nisso antes?”.

E sabem a razão pela qual eles tratam o seu Editor Chefe assim? Pelo simples fato de que eu sou o único economista de verdade que viveu tudo isso.

Eu vivi o New Deal, sobrevivi à reconstrução do Japão do pós-Guerra e da Novíssima Matrix Economix do Xerebequistão, às crises do petróleo, da bauxita e do potássio, às epidemias do Século XX e, aqui no Brasil, eu sobrevivi à bala perdida da primeira tentativa de suicídio de Vargas, aos avanços das esquerdas para a direita e das direitas para a esquerda, ao regime Militar Ditatorial Revolucionário Repressivo, à infecção hospitalar que contraí de Tancredo, à sarna que me passou Sarney, ao Plano Cruzado, Cruzeiro Novo, ao Plano Direto, ao Plano Gancho, aos Planos Bresser, Verão, Inverno, Outono, Collor 1, Collor 2 e tenho sobrevivido ao Plano Real, ao Plano Virtual, ao Plano Temer 1, Temer 2, ao Plano Renan, ao Plano Dilma 1, à Nova Matriz Econômica, ao Plano Cunha e, ao fim e ao cabo, ao Plano Dunha e digo que todos, como este último, assim como meus meninos, tem o péssimo hábito de, ao formular planos, sempre olhar para trás.

No caso do Plano Dunha até me parece justificável ficar de olho atrás, mas chega a hora de olhar para frente, seja porque o dedo é fino e bem esmaltado, seja o alarme digital é falso!

E essa hora é agora.

E a pessoa a fazer isso sou eu, pois eu vim de todos esses passados e tendo sobrevivido a todos, e só eu posso salvar o país da crise em que se encontra. Mais ninguém! Eu sou o salvador!

Pois estar em crise é olhar para frente!!!

Olhemos para o futuro, pois o Brasil é o país do futuro.

Conciliando os meninos, seguem aqui bases para um plano visando tirar o país da crise e reinserí-lo em seu devido lugar, o futuro!!!

Comecemos admitindo que ambos estão certos e errados ao mesmo tempo, pois começam por detalhes quando deveriam olhar para o “macro da coisa”.

Pontualmente, sugiro:

1 – Na Economia: Política de Juros
Os juros devem ser negativados por lei. Uma simples reforma constitucional revolucionária deve acabar com esse conceito equivocado de juros. Trata-se de uma ideia arcaica que precisa ser superada, essa historieta de gerar riqueza com juros positivos. O contrário é que faz sentido – o que deve gerar riqueza são os juros negativos. Vamos alterar o artigo 192 da Constituição e adotar este regime: “O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses exclusivos do Governo, em todas as partes e Partidos que o compõem, será regulado por meio de decretos presidenciais e medidas provisórias de caráter permanente e perpétuo, devendo, as partes que o compõem se sujeitarem ao regime compulsório de juros negativos. Parágrafo Único. A cobrança de juros acima de zero será considerada crime contra a segurança nacional e sujeitará a Instituição Financeira a dissolução compulsória com perda de seus recursos depositados integralmente a favor dos partidos que compuserem a base do governo, cuja divisão do bolo caberá de forma discricionária ao titular da Presidência da República ou ao titular anterior, quando o atual for beneficiário de ‘capital eleitoral’ do Presidente anterior”. Vejam, essa regra simples, limpinha, clara, democrática, cristalina e benéfica irá incutir na cabeça do brasileiro que “se me emprestar dinheiro, vai, por lei e pela constituição, obrigatoriamente receber menos do que me emprestou”. Não estaremos inovando, pois vários países já praticam a política dos juros negativos, dentre eles, o portentoso Japão. Com essa política, a discussão de juros e essa perda imensa de tempo, papel e saliva acabará definitivamente. Com a implementação dos juros negativos perpétuos, automaticamente iremos desindexar a economia de forma perene, definitiva e derradeira. Como? Simplesmente acabando com todos os índices. Todos sabemos que o que gera inflação não são os preços. O que gera inflação é o maldito do IPCA, do IPG-M, dos IGPs da vida, dos IPCs e demais siglas vis e repugnantes. Acabando com essas siglas e índices todos, acabar-se-á magicamente com a inflação, pois a inflação vem dessas medições. Acabando as medições, automaticamente acabam-se as medidas.

2 – Na Economia Política: o Gasto Público
É óbvio que o gasto público tem que aumentar. Se não houver imposto suficiente, que se imprima dinheiro! Não há coisa mais falaciosa do que emitir títulos e trocar por dinheiro alheio, se podemos, nós mesmos, imprimir nosso dinheiro e distribuir diretamente na máquina pública, sem as burocracias da contabilidade criativa, que tanto amolam quem quer crescer. E vejam, imprimir dinheiro não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, oras! Por outro lado, o gasto público não poderá ser voltado para obras e essa coisa cafona de PAC ou projetos de infraestrutura. Deverá ser prioritaria e integralmente voltado para o pagamento de proventos de pessoas ligadas ao Estado. As obras continuarão todas na iniciativa privada e o gasto público se concentrará em pessoas, empregos, enfim – vamos resolver o problema do emprego!!! Para isso, algo importantíssimo será acabar com os concursos públicos. Uma reforminha no artigo 37, II da Constituição bastará. Eis a proposta: “a investidurá em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia do chefe do cargo segundo seus critérios pessoais e partidários, mantendo-se a estabilidade vitalícia e o regime da responsabilidade geral do funcionalismo público”. Os demais incisos devem ser revogados todos. Vejam, ao governo não caberá nenhuma função econômica direta, podendo todos, da administração direta ou indireta, se dedicarem com total esforço na administração e gestão das burocracias, dando ordens uns aos outros e resolvendo os conflitos de competências e atribuições, estando assim, todos, de maneira uniforme, empregados e ocupados. Aos poucos que optarem ficar do lado de fora do Estado, um regime diferenciado lhes esperará. Para os que ficarem “do lado de cá do Estado”, um outro ponto importante “cross-referenciado” no artigo proposto é o regime da responsabilidade geral do funcionalismo público. Para isso, todos os parágrafos ao artigo 37 devem ser revogados e substituídos por este: “as pessoas investidas nos cargos públicos são invioláveis e sagradas e não estão sujeitas a responsabilidade alguma”. Essa medida irá permitir que o funcionalismo exerça a ponderada moderação na sociedade civil e, ao mesmo tempo, irá iniciar uma vasta diminuição da população carcerária, com altas chances de zerá-la no médio prazo, restando apenas na cadeia os maléficos e hediondos usurários que infringirem o novel artigo 192 da Constituição e a Lei de Segurança Nacional e ousarem cobrar juros positivos daqueles a quem visarem emprestar dinheiro.

3 – Ainda a Economia Política: Outras formas do Gasto Público
O Estado precisa entrar em acordos com o Mercado. Apenas com a inteiração entre Estado e Mercado é que uma Economia flui de verdade. Não é necessário que nem um, nem outro, trabalhem – basta que estejam ocupados em algo que em menos de três meses, teremos as taxas de desemprego zeradas. Entretanto, a lei tem obstáculos muito bregas que impedem que essa relação se dê de forma plena. Temos lido teses jurídicas arrojadas e assentamos que um correto projeto para o país passa pela revogação da Lei das Licitações, que se torna inútil quando reformamos o artigo 37 da Constituição e extirpamos todos aqueles incisos inúteis, sobretudo o XXI. Entretanto, para que tudo fique bem claro, propomos dois parágrafos ao artigo 37 nestes termos: “§1º - Os órgãos públicos de maneira geral poderão criar departamentos, seções, repartições, sub-orgãos, pastas, comissões, ministérios, secretarias, autarquias, agências, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista, agregada ou de economia segregada, limitadas, sociedades civis, simples, complexas, em comum, em conta de participação, sociedades de gaveta, sociedades fantasma, consórcios, parcerias, associações, sociedades de propósito específico, sociedades de propósitos quaisquer, holdings puras ou impuras, previstas em lei ou não (inclusive as vedadas, proibidas ou imorais segundo a lei, a constituição ou as bulas e encíclicas Papais) ao seu bel prazer e dentro das conveniências do chefe, ficando totalmente livre para contratar novos funcionários no salário que bem entender bem como prestadores de serviço e fornecedores de bens ou de qualquer outra coisa, segundo critérios de conveniência própria do chefe ou de quem estiver de plantão contratando”. Agregaríamos ainda este outro parágrafo: “§2º - As contratações em geral, bem como as específicas e as aleatórias ou randômicas, sobretudo as de obras, serviços, compras e alienações obedecerão estritamente às portarias, instruções normativas, regulamentos, ofícios, regras, regrinhas, costumes, procedimentos, hábitos, vícios, ordens verbais e escritas, bem como as ordens não escritas e meramente pensadas, emitidas por quem quer que integre ou venha a integrar o órgão contratante”. Essas medidas visam à desburocratização absoluta do Estado, à descentralização administrativa, à celeridade nas relações (o brasileiro gosta mesmo é de uma relação rapidinha e detesta as preliminares, por sua burocraticidade). Busca-se uma administração voltada para resultados, algo que há tempos o Brasil vem carecendo. E mais: eliminamos a desconfortável discussão sobre privatização da PETROBRÁS, pois, nesse regime vencerá o bordão "Para a PETROBRÁS tanto faz...".

4 – A Política da Economia: reforma Trabalhista
Temos que decretar o fim da CLT. Temos que aproveitar que o artigo 61 da Constituição não declarou os incompreensíveis artigos 6º e 7º como cláusulas pétreas e simplesmente revogar aquele amontoado de regras inúteis e incompreensíveis. Temos que ter em mente a realidade que vivemos hoje. E essa realidade é o rodízio de placas com final 1-2 (2ªs feiras), 3-4 (3ªs feiras), 5-6 (4ªs feiras), 7-8 (5ªs feiras) e 9-0 (6ªs feiras). Isso obriga muitos a terem que trabalhar mais do que o necessário ou mentirem para chegar atrasados, ocupando espaço e tempo desnecessário nas firmas, nas repartições e nos ofícios oficiais e oficiosos. Temos que admitir que a revolução trabalhista no Brasil começou com o Rodízio de Veículo nas Capitais e Marginais! A legislação trabalhista tem que se adaptar, então, ao RVCM de modo que ninguém será demandado ao trabalho antes das 10,30hs e não poderá permanecer na repartição ou escritório após as 16,30hs, cujas portas automáticas se fecharão, sendo abertas apenas a meia noite para os que ficaram no escritório ou repartição para a prática da irrumatio laboribus, fututio laboribus, pedicabo laboribus ou da tergeo laboribus, únicas razões aceitas para permanência no escritório ou repartição após o horário do RVCM. Com essa redução da carga, sobrará trabalho para que outros sejam contratados e aqueles desafortunados que não têm amigos no governo, ficarão livres para buscar alternativas no Mercado. Com o fim da CLT, ninguém mais será contratado mediante contrato de trabalho e todos ingressarão nas firmas por meio da compra de uma ação. Não haverá mais RH e nem área de recrutamento; somente as áreas de Relação com Investidores (de preferência, com atuação remota). Basta que as pessoas comprem ações e se dirijam as empresas para ver o que conseguem fazer para ajudar o patrão (que é quem eventualmente tem mais ações), que por sua vez se ocupada para ajudar algum órgão do governo. Simples assim. Se no fim entrar recursos, os auxiliares de mercado (vamos chamá-los assim e extinguir os termos “empregados”, “trabalhadores”, “funcionários” e sinônimos horrorosos afins) receberão seus trocados na forma de dividendos, que poderão ou não ser distribuídos de forma disfarçada. Assim ficaremos livres para alterar o artigo 92, inciso IV e os artigos 111 a 116 da Constituição e desburocratizar mais ainda essas relações de trabalho, transformando todos os párias em capitalistas, em acionistas, em titulares de direitos segundo a Lei 6.404/76! Nada de CLT! Vamos todos para a Lei das S.A. e o problema do emprego estará resolvido. Nunca mais precisaremos do CAGED para ficar monitorando quantas carteiras assinadas temos ou deixamos de ter. E assim, um documento a menos para apresentar na hora de tirar passaporte ou pedir visto para os EUA! E mais: é o fim da luta de classes e desse assunto, aberta exceção apenas para o exercício do livre fanatismo (veja o item 6 abaixo).

5 – Ainda a Política da Economia: a reforma do Direito Civil Geral
Há uma coisa caipira neste Brasil que é deixar o Código Civil restrito para a contratação entre particulares. Como essa contratação, no regime que proponho, tende a acabar, temos que reutilizar essa norma linda e poética para as relações jurídicas que sobrarem, a saber, as relações entre os particulares e os funcionários públicos, sejam entre si, sejam cada qual representando suas respectivas pessoas jurídicas, órgão, secretarias, etc, etc, etc, sem qualquer limite ou pudor. Isso nos levará à revogação dos artigos 317 e 333 do Código Penal e seus tipos conexos et caterva, para sevinserir no Código Civil um Parágrafo Único ao artigo 693 a seguinte regra “Os pagamentos de comissões e propinas decorrentes de contratações previstas no art. 37, §2º da Constituição deverão se dar exclusivamente no regime contratual previsto neste Capítulo, sendo inaplicáveis a esse tipo de pagamento de propina, comissão, pixuleco ou acarajé os artigos 696, 698 e 706 (este, porque é horrível e inconstitucional)”. Podemos ainda pensar, alternativamente, para que não caia em desuso, em um regime alternativo para que as partes optem pelo pagamento da propina por meio do artigo 693 ou por meio do 722 do Código Civil, mas se queremos desburocratizar e fazer com que tudo possa ser pago pelo mero preenchimento de “contratos formulários”, o ideal é termos um contrato só e o outro que se foda. Se quisermos dar um “ar democrático”, é possível admitir dois tipos de contrato, que serão impressos em formulários de cores diferentes e cuja escolha (essência da democracia!!!) caberá às partes: formulário rosa (comissão) ou formulário verde (corretagem).

6 – Política Social: o Fanatismo
Falta ao Brasileiro um pouco mais de genuíno fanatismo. O brasileiro exerce falso fanatismo pois logo troca suas preferências por algo mais da moda. É necessário estimular o genuíno fanatismo, aquele vai com a pessoa pelo resto da vida e rege, inclusive, a sua forma de se vestir e a forma de decorrar a Sua Casa e a Sua Vida. O fanatismo genuíno faz com que o cidadão não fique focado nas questões que cabem exclusivamente aos economistas resolverem deixando-nos em paz para cuidarmos do que interessa, enquanto eles se ocupam do objeto do fanatismo, algo importantíssimo para girar a economia também. Assim, deverá ser obrigação de cada brasileiro exercer um fanatismo. Poderá ser em relação a um time de futebol (preferencialmente sempre), uma religião (isso também ajuda muito), uma associação ou um clube (algo como uma entidade exotérica ou ritualística), uma série de TV, uma ou várias personagens (de preferência os criados ou adquiridos pelos Studios Disney©), uma ideologia (essa também é ótima, desde que não leve a reflexões muito profundas sobre o que estamos fazendo, de preferência se for o debate entre “luta de classes” e o “livre mercado”), uma dieta, uma causa social (esta também é ótima e pode envolver todos os assuntos mirins que não afetem o que estamos fazendo que possa envoler cães, gatos e minorias majoritárias ou ainda temas como 99Táxis X Uber), uma doutrina econômica (semelhante ao que fazem os meus meninos), uma doutrina jurídica, uma doutrina religiosa, uma doutrina de vida (tipo uma crença semireligiosa, um grupo semiterrorista protoislâmicopentecostal, uma vanguarda revolucionária a pé ou de ônibus), uma corrente literária, um esporte (não precisa praticar, basta ficar conectado e opinar sem ser perguntado), o BBB, uma novela, uma marca de carro, um lugar de diversão, uma atividade física (de preferência pedalar), um evento seja ele personificado ou não (tipo Carnaval, um Trio Elétrico, Natal, Passeata Gay, Papai Noel, Halloween, Passeata das Vadias, Saci Pererê, Passeata da Maconha, Ovnis, a volta do Salvador, a Morte de Elvis, Passeata Fora Dilma, a chegada do Homem a Lua, Passeata "Não Vai Ter Golpe", Blog - Ciclovia Eu Sou A Favor, hashtagciclonazistas), uma escola de samba, um ou vários músicos, um gibi, um cosplay, uma posição sexual, uma tara, uma opção sexual, uma pessoa (morta, viva, semi morta, existente, inexistente, fictícia ou semi friccional, desde que acalente o sentimento fanático), uma Teoria Conspiratória (se for de natureza política, melhor ainda), um assunto (ser monotemático é uma das formas mais brilhantes de fanatismo pós-moderno, tal como falar da Dilma o tempo todo ou ser meramente fofoqueiro em relação a um grupo, uma pessoa ou ambiente de convívio), uma marca de roupa, sapatos, bolsas, cosméticos, blogs, apps, marcas de gadgets, um shopping center, uma comida, um restaurante, uma bebida, um vício, um entorpecente (pode ser Maria Joana, de preferência, podendo se discutir com aplausos os seus benefícios e o quanto ela faz menos mal que o onanismo-de-mão-esquerda-dormente) – enfim... A constituição se encerraria no artigo 193 (revogando-se todos os seguintes), que assumiria a seguinte redação: “A ordem social tem como base o primado do fanatismo e como objetivo o bem-estar e aquietação sociais”, com a extinção não apenas do regime da previdência e da seguridade social, mas sim com o término dessa discussão enormemente chata de sua reforma. Acabe-se logo com tudo e paremos de discutir remendos que se apelidaram de reformas! Para a vida, uma pessoa não precisa de aposentadoria, mas algo a se apegar até o leito de morte. E isso só a democracia que proponho pode dar, pois “a democracia se exalta no fanatismo”, já dizia o profeta Jeremias. A varidade de escolhas é tão infinita no fanatismo que não há outra forma mais acabada e leal de exercício das vontades democráticas do que um bom e bem exaltado fanatismo. O fanatismo dá uma razão de vida ao cidadão e faz com que os operadores da Máquina Estatal possam fazer as reformas e projetos necessários para que ele, cidadão, fique em paz com seu fanatismo. Sem fanatismo não há país livre. Um país que não estimula o fanatismo escraviza seus cidadãos e os torna alienados! Um país sem fanáticos é um país de alienados e escravos. Ao conectar-se com paixões irrestritas e irracionais a um desses inúmeros itens, o cidadão sente um grande frescor de liberdade na pele. Quando então o cidadão é capaz de se concetar com paixão irrefreável e tresloucada a DOIS OU MAIS itens, incluindo mas não se limitando aos citados acima, saiba, leitor, que você estará diante de um GÊNIO, de um ESPECIALISTA.

Com este plano, o Brasil sairá da crise para o Progresso!!!

E com Ordem!!!

VIVAT!
VIVAT!
VIVAT!

MASSAS APELAM A LULA PARA SEDUZIR AS ELITES

Caderno de Gastronomia
por Chef Kodachi

Realmente, não há membro da elite que resista!!!


Lula e as massas, quando lado a lado, são irresistíveis... 

MASSAS SE UNEM A COXINHAS

Caderno de Gastronomia
por Chef Kodachi

Um novo horizonte se abre no país com a união das massas com coxinhas. As imagens são impactantes!!!

MASSAS E COXINHAS, VAMOS ACABAR COM A FOME NO BRASIL!!!


Massas dão origem a coxinhas

Detalhe sórdido das coxinhas envoltas pelas massas

Massas se unem a coxinhas frescas para acabar com a fome no Brasil!!!



UNIÃO DAS MASSAS UNIFICA O PAÍS!

Caderno de Gastronomia
por Chef Kodachi


Depois de semanas de desinteligência, massas se unificam em benefício do país!



Massas estão alinhadas