Bando de fofoqueiros!!!
Jornalismo Instigativo Clássico Pós-Moderno...................................... LIVRE COMO UM TÁXI, OCUPADO COMO UM UBER @DiarioBolaPreta
domingo, 13 de março de 2016
MADURO CRITICA PROTESTOS!!!
Vera Cruz Times
por José da Silva
Maestro Nicolás "Longaniza" Maduro recuerda los brasileños e a Dilma Russiffu: "No puedo permitir que sus blancas y delicadas manos se manchen con la bajeza del golpe".
EXCLUSIVO!! FLAGRAMOS MANIFESTANTES ORGANIZANDO CONTRAPROTESTO!!!
MANIFESTANTES CONTRÁRIOS ÀQUELES QUE PROTESTAM FAZEM MOVIMENTOS BUSCANDO CONFRONTO NAS RUAS!!!
CLIMA TENDE A ESQUENTAR!!!!
CLIMA TENDE A ESQUENTAR!!!!
Em São Paulo, contramanifestantes ficam na espreita!
Na Orla de Copacabana, estão prontos para defender seus ideias e as conquistas sociais de sua classe
NÃO VAI TER GOLPE!!!
Clima fica tenso em Brasília!!!
MILHÕES PROTESTAM EM TODO O BRASIL!!!
IMAGENS INÉDITAS E EXCLUSIVAS!!!
SÃO MILHÕES PROTESTANDO EM TODO O BRASIL!!!
SÃO MILHÕES PROTESTANDO EM TODO O BRASIL!!!
Belo Horizonte ferve!!!
Brasília: Esplanada dos Ministérios está abarratoda de manifestantes!!!
Milhões se reunem na Avenida Paulista, em São Paulo
Na Orla de Copacabana, manifestantes cantam Hino Nacional!!!
Em Recife manifestantes se aglomeram!!!
Em Salvador, momentos de tensão em meio a manifestações pacíficas!!!
sexta-feira, 11 de março de 2016
DILMA E EIKE NA CONSOLAÇÃO
- Não liga pra eles... Eles ainda vão pagar por tudo isso que estamos passando!!!
- Qui, pagá o que, sô! Tira o zóio daí, rapá!
Editorial
Por Dom Fernandes III
Tinha planos de escrever um editorial bonito esta semana.
Cheio de citações, com retórica bem aparada, consolidando os problemas que todos os nossos editores debateram – este seria o mágico e estupendo edital.
Mas não.
Vem essa Lavajato, essa “prisãozinha” do Lula, essa aceleração do impiche e pronto.
Lá se vai meu belo editorial em troca de opiniões sobre temas chatos, chatos, e mais do que chatos.
Eu queria falar das flores e se algum leitor sem-noção me cobrar por que eu não disse que falei das flores, deixo as flores para o velório de um governo que saiu da UTI na semana passada e já está no necrotério aguardando que venha algum parente ou conhecido reconhecer o corpo.
A causa mortis, entretanto, está oscilando entre cassação de mandato e impiche.
E ai é que reside a nossa agonia, pois somos instados a nos manifestar, como o veículo de jornalismo mais antigo do mundo, a dizer se somos a favor ou contra o impiche, a favor ou contra a cassação de mandato.
Eis ai nossa opinião (e dane-se o resto! #prontofalei): SOMOS CONTRA O IMPICHE! SOMOS CONTRA A CASSAÇÃO DE MANDATO!
Mas ao mesmo tempo, do jeito que está, não dá.
E ai? O que fazer?
Ora, nosso jornal é a favor da exoneração da funcionária pública de plantão no Palácio do Planalto (a Dona Russiffo) de maneira expedita e por força de incapacidade civil absoluta.
A inquilina do Planalto está visivilmente doente.
Sofre, sem sombra de dúvida, de alguma debilidade mental, de alguma fragilidade intelecto-cognitiva que nem eu, nem Doutor Pangloss sabemos bem identificar o que é.
Mas que ela está doente, ah, isso está.
Ela não está bem.
Precisa ir pra casa, se tratar; cuidar da cabecinha, da memória, essas coisas.
Só Tylenol e Novalgina não estão adiantando.
Prozac, Deprax, Eufor, Dieta Ravena, Grecin 2000 – nada está dando efeito.
A Dieta então, que desgraça!, está atacando a memória e os neurônios que sobraram, atualmente ocupados em matar a fome e combater a calvície.
Os sintomas só se multiplicam e a incapacidade por “discernimento reduzido” já foi até diagnosticada por aliados – eles notam certo autismo na capacidade de compreensão e leitura do entorno.
Já passou da hora de darmos início a um processo rápido, simples, indolor, higiênico, legal e constitucional (segundo a constituição de 1969, Parágrafo Único ao art. 184, as despesas desse processo com médicos e etc correm por conta da União, norma esta que, pelo princípio da recepção constitucional do justo, está ai pra quem quiser ver): não chamem o Cunha, nem o Senado, nem a Câmara, nem a PF, nem o Janota, nem a Força-Tarefa, nem o Gilmar, nem o Supremo, nem o MDB, nem o Maduro-Girafales, nem o Morales-Cara-de-Bolacha, nem o Mujica-Seu Jaiminho, nem a Kirschner-Dona Florinda e nem o Corrêa-Quico, nem o síndico, nem o Dunga, nem o Parreira e nem o Felipão – chamem um médico. Um médico bom, de boa formação, com bom domínio da técnica, da confiança de todos, pronto para agir pelo Brasil, armado de seu CRM e seu estetoscópio.
Ele vai até o Planalto (não precisa ser em condução coercitiva, pode marcar hora e data que loucura não foge de um dia para o outro), apresenta seu CRM com especialização em Psiquiatria na portaria do Palácio, toma um chá de cadeira de 3 horas e examina a paciente em meia hora, trazendo a público o diagnóstico que todos nós sabemos: “não dá mais, ela tá lelé-da-cuca, pirada, doidinha de pedra”.
Um exame rápido, simples, algumas perguntinhas, uns testezinhos psicotécnicos, coisa simples assim, nada demais. Uma mesinha com figuras geométricas, um pique-repique, uma musiquinha qualquer (pode ser uma marchinha de Carnaval do Silvio Santos que está ótimo).
E analisa o resultado para o bem da nação pensando: daria para colocar alguém com esse discernimento da realidade para cuidar da minha residência, na minha ausência, por pelo menos uma semana? Quebraria algo? Abriria a porta para funcionário falso da NET? Regaria a jardineira de brita? Conversaria com a fruteira por mais de 10 segundos? Gastaria corretamente o dinheiro do “caixinha” para manter a despensa com alimentos adequados e produtos de limpeza e higiene minimamente úteis para os fins a que se prestam? Daria descarga após o uso? Apagaria a luz ao sair de algum cômodo?
Se a resposta for “não” para qualquer uma das perguntas, é inevitável a interdição civil.
Procuraria algo no escuro? Lavaria louça com Omo? Inala freadas antes de lançar as cuecas no recipiente da lava roupas? Secaria a louça lavada com Omo no microondas? Dormiria na minha cama na minha ausência?
Se a resposta for “sim” para qualquer uma das perguntas, o caso está encerrado.
Com a interdição decretada após o laudo só poderá assinar cheques, contratos e praticar os atos da vida civil em geral assistida de um curador.
Para o exercício de cargo público, recebe, com as homenagens de estilo e praxe, aposentadoria proporcional (que o Diário se compromete a pagar a diferença se ela sair logo).
A melhor alternativa é essa: aposentadoria por incapacidade civil (relativa ou absoluta, depois a gente vê).
Uma vez aposentada, ela poderá jogar bastante Banco Imobiliário e se deliciar com as cartinhas de “Sorte ou Revés”, sem fazer com que os efeitos do jogo sejam sentidos por quem não tem os dados nas mãos.
No mais, com licença, leitor, leitora: tenho roupas por lavar e almoço por fazer.
Tinha planos de escrever um editorial bonito esta semana.
Cheio de citações, com retórica bem aparada, consolidando os problemas que todos os nossos editores debateram – este seria o mágico e estupendo edital.
Mas não.
Vem essa Lavajato, essa “prisãozinha” do Lula, essa aceleração do impiche e pronto.
Lá se vai meu belo editorial em troca de opiniões sobre temas chatos, chatos, e mais do que chatos.
Eu queria falar das flores e se algum leitor sem-noção me cobrar por que eu não disse que falei das flores, deixo as flores para o velório de um governo que saiu da UTI na semana passada e já está no necrotério aguardando que venha algum parente ou conhecido reconhecer o corpo.
A causa mortis, entretanto, está oscilando entre cassação de mandato e impiche.
E ai é que reside a nossa agonia, pois somos instados a nos manifestar, como o veículo de jornalismo mais antigo do mundo, a dizer se somos a favor ou contra o impiche, a favor ou contra a cassação de mandato.
Eis ai nossa opinião (e dane-se o resto! #prontofalei): SOMOS CONTRA O IMPICHE! SOMOS CONTRA A CASSAÇÃO DE MANDATO!
Mas ao mesmo tempo, do jeito que está, não dá.
E ai? O que fazer?
Ora, nosso jornal é a favor da exoneração da funcionária pública de plantão no Palácio do Planalto (a Dona Russiffo) de maneira expedita e por força de incapacidade civil absoluta.
A inquilina do Planalto está visivilmente doente.
Sofre, sem sombra de dúvida, de alguma debilidade mental, de alguma fragilidade intelecto-cognitiva que nem eu, nem Doutor Pangloss sabemos bem identificar o que é.
Mas que ela está doente, ah, isso está.
Ela não está bem.
Precisa ir pra casa, se tratar; cuidar da cabecinha, da memória, essas coisas.
Só Tylenol e Novalgina não estão adiantando.
Prozac, Deprax, Eufor, Dieta Ravena, Grecin 2000 – nada está dando efeito.
A Dieta então, que desgraça!, está atacando a memória e os neurônios que sobraram, atualmente ocupados em matar a fome e combater a calvície.
Os sintomas só se multiplicam e a incapacidade por “discernimento reduzido” já foi até diagnosticada por aliados – eles notam certo autismo na capacidade de compreensão e leitura do entorno.
Já passou da hora de darmos início a um processo rápido, simples, indolor, higiênico, legal e constitucional (segundo a constituição de 1969, Parágrafo Único ao art. 184, as despesas desse processo com médicos e etc correm por conta da União, norma esta que, pelo princípio da recepção constitucional do justo, está ai pra quem quiser ver): não chamem o Cunha, nem o Senado, nem a Câmara, nem a PF, nem o Janota, nem a Força-Tarefa, nem o Gilmar, nem o Supremo, nem o MDB, nem o Maduro-Girafales, nem o Morales-Cara-de-Bolacha, nem o Mujica-Seu Jaiminho, nem a Kirschner-Dona Florinda e nem o Corrêa-Quico, nem o síndico, nem o Dunga, nem o Parreira e nem o Felipão – chamem um médico. Um médico bom, de boa formação, com bom domínio da técnica, da confiança de todos, pronto para agir pelo Brasil, armado de seu CRM e seu estetoscópio.
Ele vai até o Planalto (não precisa ser em condução coercitiva, pode marcar hora e data que loucura não foge de um dia para o outro), apresenta seu CRM com especialização em Psiquiatria na portaria do Palácio, toma um chá de cadeira de 3 horas e examina a paciente em meia hora, trazendo a público o diagnóstico que todos nós sabemos: “não dá mais, ela tá lelé-da-cuca, pirada, doidinha de pedra”.
Um exame rápido, simples, algumas perguntinhas, uns testezinhos psicotécnicos, coisa simples assim, nada demais. Uma mesinha com figuras geométricas, um pique-repique, uma musiquinha qualquer (pode ser uma marchinha de Carnaval do Silvio Santos que está ótimo).
E analisa o resultado para o bem da nação pensando: daria para colocar alguém com esse discernimento da realidade para cuidar da minha residência, na minha ausência, por pelo menos uma semana? Quebraria algo? Abriria a porta para funcionário falso da NET? Regaria a jardineira de brita? Conversaria com a fruteira por mais de 10 segundos? Gastaria corretamente o dinheiro do “caixinha” para manter a despensa com alimentos adequados e produtos de limpeza e higiene minimamente úteis para os fins a que se prestam? Daria descarga após o uso? Apagaria a luz ao sair de algum cômodo?
Se a resposta for “não” para qualquer uma das perguntas, é inevitável a interdição civil.
Procuraria algo no escuro? Lavaria louça com Omo? Inala freadas antes de lançar as cuecas no recipiente da lava roupas? Secaria a louça lavada com Omo no microondas? Dormiria na minha cama na minha ausência?
Se a resposta for “sim” para qualquer uma das perguntas, o caso está encerrado.
Com a interdição decretada após o laudo só poderá assinar cheques, contratos e praticar os atos da vida civil em geral assistida de um curador.
Para o exercício de cargo público, recebe, com as homenagens de estilo e praxe, aposentadoria proporcional (que o Diário se compromete a pagar a diferença se ela sair logo).
A melhor alternativa é essa: aposentadoria por incapacidade civil (relativa ou absoluta, depois a gente vê).
Uma vez aposentada, ela poderá jogar bastante Banco Imobiliário e se deliciar com as cartinhas de “Sorte ou Revés”, sem fazer com que os efeitos do jogo sejam sentidos por quem não tem os dados nas mãos.
No mais, com licença, leitor, leitora: tenho roupas por lavar e almoço por fazer.
Presentes das Empresas
Caderno
Empresas
Por Bill Taney
Voltamos, pessoal.
E conforme prometido, vamos continuar nesse assunto gostoso sobre o sadio hábito de dar presentes.
Na coluna anterior passada contamos a história do JOVEM APRENDIZ que se tornou um GRANDE CHEFE, um espécie de pajé dos tempos modernos.
Ele soube fazer da sua vida profissional um verdadeiro sacerdócio em presentear.
Ele foi tão hábil, tão esperto, que nem sequer tirou um tostão do bolso e tendo saído completamente da humildade, sobre alegrar os superiores presenteando-os com serviços úteis.
Ele usou o guanxi chinês de um modo que nem mesmo esse milenar e astuto povo pode imaginar quando inventou o sacerdócio do presente ainda antes de Confuso.
Pois bem, hoje vamos falar de presente de verdade – de dar algo, um bem, um objeto de valor, as técnicas, as formas.
Quando falamos de dar presentes de verdade, objetos, temos que pensar em algo caro. É importante que seja caro pois o presenteador tem que impressionar. Pode ser uma jóia (não precisa ser bonita, basta que seja caro), um jantar caro, um vinho caro (não precisa ser bom, basta que seja caro). Coisas baratinhas podem ofender.
Há aqueles presentes intermediários: uma roupa cara, um perfume caro, coisas assim.
Mas nesses casos, o presenteador poderá enfrentar um problema sério – se ele não for tão bom quanto o nosso JOVEM APRENDIZ ao ponto de saber qual o exato gosto do presenteado, poderá dar algo que o presenteado não goste e ai o ato, ao invés de atingir o seu objetivo, poderá transparecer certa ignorância sobre a pessoa, o que não é bom.
Sendo o presente caro, o presenteador poderá sempre minimizar esse efeito colateral, pois o presentado, caso não goste, poderá repassar o presente perpetuando essa cadeia fenomenal de nossa máquina produtiva.
Quanto mais barato, maior o risco caso o presenteador não conheça bem o presenteado. E mesmo que conheça bem, se acertar na mosca o desejo ou a necessidade do presenteado dando-lhe um presente barato, correrá o presenteador outro risco – o de não ser considerado um presente de verdade.
Assim, se não souber ou não puder dar um presente caro, o mais indicado é que o presenteador dê notas de dolares como presente, de preferência em múltiplos de cem: $100, $200, $300... $2,000, $2,500... $50,000... $250,000... $1,000,000... $2,000,000.
Os dolares são presentes práticos e universalmente aceitos. Todo mundo gosta, não tem como errar. E mais: você não tem o risco de ter o seu presenteado repassando porque não gostou do presente. Ele vai repassar porque realmente precisa presentear outro. É o estado mais puro desse sacerdócio divino e filantropista que é o ato magnânimo de presentear. As nobres notas também são universalmente aceitas e amplamente geradoras de sorrisos, alegrias, felicidades, graças e mais outros infinitos sentimentos positivos que vêm do coração.
Esse presente entretanto, gera algumas dúvidas. O primeiro deles é em relação a quantidade de múltiplos de cem a ser presenteado. Bem, essa quantidade vai depender do “apreço” que está sendo sentido pelo presenteado. A ocasião e as contrapartidas também podem influir.
Ao dar presentes simples como esse, o presenteador deve seguir o exemplo chinês e colocar tudo em um envelope vermelho com dizeres bem bonitos. Pode colocar lacinho no envelope, desde que seja vermelho também. É uma tradição que não pode ser quebrada.
Normalmente valores até $5,000 cabem num envolpe. Se o valor for entre $5,000 e $500,000, o presenteador poderá optar por fazer a entrega em uma bolsa Louis Vitton, Prada ou Gucci. Se for homem a receber, entregue em uma valise da Halliburton ou numa pasta tipo 007 de couro argentino.
Valores superiores a $500,000 precisam ser arrumadinhos em uma mala de mão, dessas que cabem em um bagageiro de avião bom (teco-teco não vale).
Entretanto, nunca dê mais do que $2,000,000, pois excesso de generosidade pode pegar mal. Além disso, valores superiores a esse não cabem numa maletinha e ai você teria que quebrar uma tradição sagrada.
A entrega pode ser “sem cerimônia” ou “com cerimônia”.
Na entrega “sem cerimônia” você entrega e logo diz “aqui está... obrigado por aquele cafezinho”. Nesse caso o “cafezinho” é aquele algo que te motivou a dar esse lindo e útil presente.
Já na entrega “com cerimônia”, vários ritos de entrega são universalmente aceitos. Isso, de tão complexo, mereceria outra coluna, que posso pensar em breve em escrever a você, meu leitor amigo, minha leitora linda!
Mas voltando a entrega “com cerimônia”, lembro a mais tradicional e que, não sabemos porque, vem caindo em desuso – é a cerimônia da aposta. Nessa cerimônia você faz assim: chega para o seu interlocutor e diz a ele, “eu aposto $xxxx com você que você não consegue fazer aquele servicinho pra mim”. Se ele fizer, você terá que pagar a aposta!
Não é simples?
É uma aposta! Obrigação natural. Nada ilegal, não mata ninguém (exceto se o
“servicinho” em tela for “matar alguém”) é bem divertido e todos gostam e aceitam.
Até as empresas retrógradas que têm aqueles absurdos códigos que proibem dar presente, não proibem apostas!!! Tanto é que nessas empresas todo mundo faz bolão da Mega-Sena, não é verdade? Então, até nessas empresas as “apostas” tem que ser pagas!!!
E pagar apostas é lícito e bonito! E, acima de tudo, É HONESTO!!!
Esse prêmio-aposta-presente (exceto nas empresas que proibem presentes, ai você só chama de prêmio da aposta) é muito bom, útil e aceito pela lei, pela moral, pela ética, pelos bons costumes e pelos sermões do Padre Antonio Vieira (inclusive e exclusive).
É bem diferente do jogo que o Jânio Quadros proibiu (e que já-já vai ser desproibido) e é bem parecido com as apostinhas de Fla X Flu que o pessoal faz nas empresas (apostas envolvendo o Vasco estão proibidas por serem consideradas leoninas e as com o Botafogo são consideradas apostas não-sérias ou "a brinca"). Normalmente apostam almoços ou essas coisas incômodas, mas nada impede apostar a entrega de efectivo, como diriam na Argentina, sobretudo no envelope vermelho, na bolsa Gucci, na maleta Halliburton e, se você tiver sorte, ah.... na mala de mão Rimowa!!!
Na próxima semana voltaremos falando sobre o assunto do vigarismo empresarial, algo que vem sendo pouco estudado e cultivado, mas reconhecidamente muito útil para a produtividade. Esse tema do presente no mundo corporativo com suas histórias edificantes voltará, mas em outras colunas futuras, para que você não se vicie no tema, leitor amigo, leitora cheirosa.
Até lá!
Por Bill Taney
Voltamos, pessoal.
E conforme prometido, vamos continuar nesse assunto gostoso sobre o sadio hábito de dar presentes.
Na coluna anterior passada contamos a história do JOVEM APRENDIZ que se tornou um GRANDE CHEFE, um espécie de pajé dos tempos modernos.
Ele soube fazer da sua vida profissional um verdadeiro sacerdócio em presentear.
Ele foi tão hábil, tão esperto, que nem sequer tirou um tostão do bolso e tendo saído completamente da humildade, sobre alegrar os superiores presenteando-os com serviços úteis.
Ele usou o guanxi chinês de um modo que nem mesmo esse milenar e astuto povo pode imaginar quando inventou o sacerdócio do presente ainda antes de Confuso.
Pois bem, hoje vamos falar de presente de verdade – de dar algo, um bem, um objeto de valor, as técnicas, as formas.
Quando falamos de dar presentes de verdade, objetos, temos que pensar em algo caro. É importante que seja caro pois o presenteador tem que impressionar. Pode ser uma jóia (não precisa ser bonita, basta que seja caro), um jantar caro, um vinho caro (não precisa ser bom, basta que seja caro). Coisas baratinhas podem ofender.
Há aqueles presentes intermediários: uma roupa cara, um perfume caro, coisas assim.
Mas nesses casos, o presenteador poderá enfrentar um problema sério – se ele não for tão bom quanto o nosso JOVEM APRENDIZ ao ponto de saber qual o exato gosto do presenteado, poderá dar algo que o presenteado não goste e ai o ato, ao invés de atingir o seu objetivo, poderá transparecer certa ignorância sobre a pessoa, o que não é bom.
Sendo o presente caro, o presenteador poderá sempre minimizar esse efeito colateral, pois o presentado, caso não goste, poderá repassar o presente perpetuando essa cadeia fenomenal de nossa máquina produtiva.
Quanto mais barato, maior o risco caso o presenteador não conheça bem o presenteado. E mesmo que conheça bem, se acertar na mosca o desejo ou a necessidade do presenteado dando-lhe um presente barato, correrá o presenteador outro risco – o de não ser considerado um presente de verdade.
Assim, se não souber ou não puder dar um presente caro, o mais indicado é que o presenteador dê notas de dolares como presente, de preferência em múltiplos de cem: $100, $200, $300... $2,000, $2,500... $50,000... $250,000... $1,000,000... $2,000,000.
Os dolares são presentes práticos e universalmente aceitos. Todo mundo gosta, não tem como errar. E mais: você não tem o risco de ter o seu presenteado repassando porque não gostou do presente. Ele vai repassar porque realmente precisa presentear outro. É o estado mais puro desse sacerdócio divino e filantropista que é o ato magnânimo de presentear. As nobres notas também são universalmente aceitas e amplamente geradoras de sorrisos, alegrias, felicidades, graças e mais outros infinitos sentimentos positivos que vêm do coração.
Esse presente entretanto, gera algumas dúvidas. O primeiro deles é em relação a quantidade de múltiplos de cem a ser presenteado. Bem, essa quantidade vai depender do “apreço” que está sendo sentido pelo presenteado. A ocasião e as contrapartidas também podem influir.
Ao dar presentes simples como esse, o presenteador deve seguir o exemplo chinês e colocar tudo em um envelope vermelho com dizeres bem bonitos. Pode colocar lacinho no envelope, desde que seja vermelho também. É uma tradição que não pode ser quebrada.
Normalmente valores até $5,000 cabem num envolpe. Se o valor for entre $5,000 e $500,000, o presenteador poderá optar por fazer a entrega em uma bolsa Louis Vitton, Prada ou Gucci. Se for homem a receber, entregue em uma valise da Halliburton ou numa pasta tipo 007 de couro argentino.
Valores superiores a $500,000 precisam ser arrumadinhos em uma mala de mão, dessas que cabem em um bagageiro de avião bom (teco-teco não vale).
Entretanto, nunca dê mais do que $2,000,000, pois excesso de generosidade pode pegar mal. Além disso, valores superiores a esse não cabem numa maletinha e ai você teria que quebrar uma tradição sagrada.
A entrega pode ser “sem cerimônia” ou “com cerimônia”.
Na entrega “sem cerimônia” você entrega e logo diz “aqui está... obrigado por aquele cafezinho”. Nesse caso o “cafezinho” é aquele algo que te motivou a dar esse lindo e útil presente.
Já na entrega “com cerimônia”, vários ritos de entrega são universalmente aceitos. Isso, de tão complexo, mereceria outra coluna, que posso pensar em breve em escrever a você, meu leitor amigo, minha leitora linda!
Mas voltando a entrega “com cerimônia”, lembro a mais tradicional e que, não sabemos porque, vem caindo em desuso – é a cerimônia da aposta. Nessa cerimônia você faz assim: chega para o seu interlocutor e diz a ele, “eu aposto $xxxx com você que você não consegue fazer aquele servicinho pra mim”. Se ele fizer, você terá que pagar a aposta!
Não é simples?
É uma aposta! Obrigação natural. Nada ilegal, não mata ninguém (exceto se o
“servicinho” em tela for “matar alguém”) é bem divertido e todos gostam e aceitam.
Até as empresas retrógradas que têm aqueles absurdos códigos que proibem dar presente, não proibem apostas!!! Tanto é que nessas empresas todo mundo faz bolão da Mega-Sena, não é verdade? Então, até nessas empresas as “apostas” tem que ser pagas!!!
E pagar apostas é lícito e bonito! E, acima de tudo, É HONESTO!!!
Esse prêmio-aposta-presente (exceto nas empresas que proibem presentes, ai você só chama de prêmio da aposta) é muito bom, útil e aceito pela lei, pela moral, pela ética, pelos bons costumes e pelos sermões do Padre Antonio Vieira (inclusive e exclusive).
É bem diferente do jogo que o Jânio Quadros proibiu (e que já-já vai ser desproibido) e é bem parecido com as apostinhas de Fla X Flu que o pessoal faz nas empresas (apostas envolvendo o Vasco estão proibidas por serem consideradas leoninas e as com o Botafogo são consideradas apostas não-sérias ou "a brinca"). Normalmente apostam almoços ou essas coisas incômodas, mas nada impede apostar a entrega de efectivo, como diriam na Argentina, sobretudo no envelope vermelho, na bolsa Gucci, na maleta Halliburton e, se você tiver sorte, ah.... na mala de mão Rimowa!!!
Na próxima semana voltaremos falando sobre o assunto do vigarismo empresarial, algo que vem sendo pouco estudado e cultivado, mas reconhecidamente muito útil para a produtividade. Esse tema do presente no mundo corporativo com suas histórias edificantes voltará, mas em outras colunas futuras, para que você não se vicie no tema, leitor amigo, leitora cheirosa.
Até lá!
terça-feira, 8 de março de 2016
Sempre ela... a coalizão!!!
Caderno de Política
por Cícero Esdras Neemias
Falamos da coalizão há alguns dias.
Sem querer ser repetitivo, eis como vemos na coalizão o motor do Brasil e, por isso e só por isso, chamos os leitores à reflexão, mais um pouco.
por Cícero Esdras Neemias
Falamos da coalizão há alguns dias.
Sem querer ser repetitivo, eis como vemos na coalizão o motor do Brasil e, por isso e só por isso, chamos os leitores à reflexão, mais um pouco.
Pupilo, pupilo: Mário Covas está olhando lá de cima, hein...
segunda-feira, 7 de março de 2016
MASSAS ENTRAM EM ESTADO DE EBULIÇÃO!!!
Caderno de Gastronomia
por Chef B. B. Fichú
Depois das ocorrências da semana passada, os esfaimados do Brasil colocaram as massas para ferver!!!!!!
por Chef B. B. Fichú
Depois das ocorrências da semana passada, os esfaimados do Brasil colocaram as massas para ferver!!!!!!
INFERNO VERMELHO:
Massas estão sendo agitadas por mãos desconhecidas!!!!!
sexta-feira, 4 de março de 2016
Montando o Time
- ... Ei, a gente bota o Cerveró no gol do outro time... Não vamos perder uma no Sunbath Tournment... vai ser só de goleada...
Protegendo o cucuruto no banho de sol
Tom Jobim manda recado
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da madeira
Caingá candeia, é o Matita-Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto do toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, pouco sozinho
Pedra, caminho
Pouco sozinho
Pedra, caminho
Pouco sozinho
Pedra, caminho
É o toco...
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol
É peroba do campo, o nó da madeira
Caingá candeia, é o Matita-Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira
É o vento ventando, é o fim da ladeira
É a viga, é o vão, festa da cumeeira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira
É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto um desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto
É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manha, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada
É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato na luz da manhã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto do toco, é um pouco sozinho
É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã
São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, pouco sozinho
Pau, pedra, fim do caminho
Resto de toco, pouco sozinho
Pedra, caminho
Pouco sozinho
Pedra, caminho
Pouco sozinho
Pedra, caminho
É o toco...
ABOBRINHA DE TERÇA
- ... A abobrinha refogada das terças é imperdível.... Se bater fome a tarde, fala com o Marcelito, que ele tem umas barrinhas de uva passa escondidas no gabinete dele...
CHEGUEI PRIMEIRO!!!
Caderno de Cultura
por Dionísio Crátino
- ... Se fudeu... cheguei primeiro... você vai dormir em cima no beliche... aliás, qual o telefone daquele disque-kibe que você usou na sua primeira vez?
por Dionísio Crátino
- ... Se fudeu... cheguei primeiro... você vai dormir em cima no beliche... aliás, qual o telefone daquele disque-kibe que você usou na sua primeira vez?
EXTRA!! EXTRA!! EXTRA!! POLÍCIA FEDERAL FAZ BUSCAS
Caderno de Assuntos Menores
por Eugênio Villa
Fontes fidedignas nos passaram o "furo" de que a PF faz buscas para encontrar o Menino do MEP.
Companheiros de cela, que não vivem sem b..., estavam prestes a fazer uma rebelião quando chegaram na carceragem da PF, mas, astutatamente já combinaram uma delação premiada em que dizem: "Foi tudo coisa do Menino do MEP! Tragam ele aqui urgente! Predam esse molecote safadinho".
Ao passar para a sala de identificação e reconhecimento, foi a eles, de toda a Companhia, mostrada uma foto de um véio de uns 70 e poucos anos. Os companheiros reagiram e disseram: "Que p... é essa, companheiro? É o Mick Jagger??? assim não vai dar... vai rolar rebelião... o Menino do MEP não é esse... Esse ai tá muito caidão... O Menino do MEP faz passeata, usa perfume de feronômio, pinta os pelos do braço, apara as sombrancelhas e deixa as pilosidades anais bem tosqueadas".
A PF continua em busca desse inimigo público do Brasil, esse facínora, esse impiedoso criminoso, esse arquiteto de todos os males, essa figura hedionda e satânica, essa pessoa que passará, certamente, o resto de sua vida em cana na companhia dos injustiçados e descamisados!
Que tragam o MENINO DO MEP!!!!!!!!! URGENTE!!!!!!
por Eugênio Villa
Fontes fidedignas nos passaram o "furo" de que a PF faz buscas para encontrar o Menino do MEP.
Companheiros de cela, que não vivem sem b..., estavam prestes a fazer uma rebelião quando chegaram na carceragem da PF, mas, astutatamente já combinaram uma delação premiada em que dizem: "Foi tudo coisa do Menino do MEP! Tragam ele aqui urgente! Predam esse molecote safadinho".
Ao passar para a sala de identificação e reconhecimento, foi a eles, de toda a Companhia, mostrada uma foto de um véio de uns 70 e poucos anos. Os companheiros reagiram e disseram: "Que p... é essa, companheiro? É o Mick Jagger??? assim não vai dar... vai rolar rebelião... o Menino do MEP não é esse... Esse ai tá muito caidão... O Menino do MEP faz passeata, usa perfume de feronômio, pinta os pelos do braço, apara as sombrancelhas e deixa as pilosidades anais bem tosqueadas".
A PF continua em busca desse inimigo público do Brasil, esse facínora, esse impiedoso criminoso, esse arquiteto de todos os males, essa figura hedionda e satânica, essa pessoa que passará, certamente, o resto de sua vida em cana na companhia dos injustiçados e descamisados!
Que tragam o MENINO DO MEP!!!!!!!!! URGENTE!!!!!!
quarta-feira, 2 de março de 2016
A bem da verdade, temos jurisprudência importante
Caderno de Legislação
por Clóvis Hauser (estagiário com OAB!!!)
Jurisprudência importantíssima tem se consolidado de maneira arrebatadora e poderá abrir um precedente para todos aqueles que tenham tido sua imagem usada indevidamente em algum boneco do Carnaval de Olinda.
Agora todos poderão ajuizar as suas notitiae criminum contra os pouco esmerados espantalhos ambulantes, facínoras corruptos e difamadores da honra alheia, injuriosos caluniadores da plácida imagem de seus reproduzidos.
por Clóvis Hauser (estagiário com OAB!!!)
Jurisprudência importantíssima tem se consolidado de maneira arrebatadora e poderá abrir um precedente para todos aqueles que tenham tido sua imagem usada indevidamente em algum boneco do Carnaval de Olinda.
Agora todos poderão ajuizar as suas notitiae criminum contra os pouco esmerados espantalhos ambulantes, facínoras corruptos e difamadores da honra alheia, injuriosos caluniadores da plácida imagem de seus reproduzidos.
Fila de réus indo prestar depoimento,
escoltados por correligionários
Exposição de Arte em Atibaia
Caderno de Cultura
por Dionísio Crátino
Esta semana fomos a uma exposição de quadros do pintor Renascentista Lambrusco, patrocinada por várias empreiteiras que providenciaram a vinda de dois quadros desse importante artista dessa era tão iluminada das artes.
O primeiro deles, muito lindo, chama-se Jesus Diante de Santa Bárbara:
Uma beleza!!!
A Mostra mostra que a arte não tem limites!!!
por Dionísio Crátino
Esta semana fomos a uma exposição de quadros do pintor Renascentista Lambrusco, patrocinada por várias empreiteiras que providenciaram a vinda de dois quadros desse importante artista dessa era tão iluminada das artes.
O primeiro deles, muito lindo, chama-se Jesus Diante de Santa Bárbara:
O outro, intitulado, Jesus Diante de Santa Bárbara na Versão de Seu Advogado:
Uma beleza!!!
A Mostra mostra que a arte não tem limites!!!
US Election 2016
Vera Cruz Times
by José da Silva
Yes. It seems after Super Tuesday that we will have to deal with a Trump vs. HDR Clinton before Thanksgiving.
But before you go right before the ballot and drop your choice, answer me, honestly: who do you want to see playing hostess at the WH Annual Correspondents' Dinner?
This creature?:
by José da Silva
Yes. It seems after Super Tuesday that we will have to deal with a Trump vs. HDR Clinton before Thanksgiving.
But before you go right before the ballot and drop your choice, answer me, honestly: who do you want to see playing hostess at the WH Annual Correspondents' Dinner?
This creature?:
Or maybe this one?:
terça-feira, 1 de março de 2016
ORÁCULO
Cântico
ao 37º Aniversário do Portentoso Templo (vulgo, "Nossa Organização"), entoado em 10 de fevereiro de
2017
Por Walt from
Shagow, Rev.
Na voz
da (convertida) Bispa Marilena da Burguesia:
EIKÁ!!!
1. Como está sentada solitária aquela
cidade, antes tão populosa! Tornou-se como viúva, a que era grande entre as
nações! A que era princesa entre as províncias, tornou-se arregaçada!
2. Chora amargamente de noite, e as suas lágrimas lhes correm pelas faces; não tem
quem a console entre todos os seus amantes; todos os seus amigos se houveram
aleivosamente com ela, tornaram-se seus inimigos.
3. Inácio foi para o cativeiro por causa da aflição, e por causa da grande
servidão; ela habita entre as nações companheiras e não acha descanso; todos os
seus perseguidores o alcançaram entre as suas dificuldades.
4. Os caminhos de São Bernardo pranteiam, porque não há quem venha à festa solene;
todas as suas portas estão desoladas; os seus sacerdotes suspiram; as suas
virgens estão tristes, e ela mesma sofre amargamente.
5. Os seus adversários têm sido feitos chefes, os seus inimigos prosperam;
porque o Senhor a afligiu, por causa da multidão das suas transgressões; os
seus filhinhos foram para o cativeiro na frente do adversário.
6. E da filha de São Bernardo já se foi toda a sua formosura; os seus príncipes
ficaram sendo como veados que não acham pasto e caminham sem força diante do
perseguidor.
7. Lembra-se da nossa Organização, nos dias da sua aflição e dos seus exílios, de todas as
suas mais queridas coisas, que tivera desde os tempos antigos; quando caía o
seu povo na mão do adversário, e não havia quem o socorresse; os adversários a
viram, e fizeram escárnio da sua ruína.
8. A nossa Organização gravemente pecou, por isso se fez errante; todos os que a honravam, a
desprezam, porque viram a sua nudez; ela também geme e recua.
9. A sua imundícia está nas suas fraldas e saias; nunca se lembrou do seu fim;
por isso foi espantosamente abatida, não há quem A console; vê, Senhor, a minha
aflição, porque o inimigo se tem engrandecido.
10. Meteu o adversário a sua mão em todas as coisas mais preciosas dela; pois
ela viu entrar no seu santuário os gentios, acerca dos quais mandaste que
não entrassem na tua congregação.
11. Todo o seu povo anda gemendo, buscando o pão; deram as suas coisas mais
preciosas a troco de provento para ganharem força; vê, Senhor, e contempla, pois
me tornei desprezível.
12. Não vos comove isto a todos vós que passais pelo caminho? Atendei, e vede,
se há dor igual a minha dor, que veio sobre mim, com que o Senhor me afligiu,
no dia do furor da sua ira.
13. Desde o alto enviou fogo que penetra nos meus ossos, o qual se assenhoreou
deles; estendeu uma rede aos meus pés, fez-me recuar, fez-me arregaçada
e enferma todo o dia.
14. O jugo das minhas transgressões está atado pela sua mão; elas estão
entretecidas, e postas sobre o meu pescoço, e ele abateu a minha força;
entregou-me o Senhor nas mãos daqueles a quem eu não posso resistir.
15. O Senhor atropelou todos os poderosos do meu entorno; convocou contra mim
uma assembléia para esmagar os meus jovens; o Senhor pisou como num lagar sobre a
virgem filha de São Bernardo.
16. Por estas coisas eu ando chorando; os meus olhos, os meus olhos se desfazem
em águas; porque se afastou de mim o Consolador que devia restaurar a minha
alma; os meus filhos estão assolados, porque prevaleceu o inimigo.
17. Estende a Nossa Organização as suas mãos, não há quem a console; mandou o Senhor acerca
de Inácio que lhe fossem inimigos os que estão em redor dele; Nossa Organização está entre
eles como uma mulher imunda.
18. Justo é o Senhor, pois me rebelei contra o seu sétimo mandamento; ouvi,
pois, todos os povos, e vede a minha dor; as minhas virgens e os meus jovens
foram levados para o cativeiro.
19. Chamei os meus amantes, mas eles me enganaram; os meus sacerdotes e os meus
anciãos expiraram na cidade; enquanto buscavam para si mantimento, para
restaurarem a sua alma.
20. Olha, Senhor, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas;
o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; na
rua me desafia a espada, em casa está a morte.
21. Ouviram como estou gemendo, mas não tenho quem me console; todos os meus
inimigos que souberam do meu mal alegraram-se pelo que Tu mo fizeste; mas, em
trazendo Tu o dia que apregoaste, eles se tornarão semelhantes a mim.
22. Venha toda a sua maldade para a Tua presença, e faze-lhes como me fizeste a
mim por causa de todas as minhas transgressões; porque os meus gemidos são
muitos, e desfalecido está o meu coração.
10/2/2017: Agora não adianta lamentar...
PLANO CAOS
Caderno de Economia
Por Lord John C. Caos
Desde que cheguei ao Brasil, quando deixei a América em
Depressão nas mãos de Roosevelt, tenho visto muitos debates interessantes nesta
terra de tantas virtudes e alegrias.
Mas nenhum dos debates que testemunhei até hoje chegam aos
pés do bate-boca que tenho presenciado diariamente na Redação deste prodigioso
Folha da Madrugada, que completa este ano o seu 517º aniversário.
Meus meninos na fiel defesa de seus pontos trouxeram-me a
vitalidade que já havia esquecido desde os últimos disse-que-dizem daquele
longínquo Plano Real.
Hoje está mais do que provado que aquele Plano Real era uma
falácia, um engodo, um projeto de desastre que se concretiza neste ano, em que
os números comprovam que tudo é culpa do Real.
Voltando aos meus meninos, enquanto um defende uma política
ortodoxa de juros e até nota a possibilidade de uma dominância fiscal, nos dá
uma bela aula sobre o New Deal,
mostrando o que ele não foi, para dizer o quanto o outro, que defende o aumento
do gasto da máquina pública como solução, é um erro. E vice-versa. Um vê no
outro o erro que lhe é próprio.
Mas nenhum sabe ao certo qual é a solução.
Eu gosto dos meus meninos.
E gosto deles porque quando entro na discussão, eles me
ouvem e dizem... “claro!!! Por que não
pensei nisso antes?”.
E sabem a razão pela qual eles tratam o seu Editor Chefe
assim? Pelo simples fato de que eu sou o único economista de verdade que viveu
tudo isso.
Eu vivi o New Deal,
sobrevivi à reconstrução do Japão do pós-Guerra e da Novíssima Matrix Economix
do Xerebequistão, às crises do petróleo, da bauxita e do potássio, às epidemias
do Século XX e, aqui no Brasil, eu sobrevivi à bala perdida da primeira
tentativa de suicídio de Vargas, aos avanços das esquerdas para a direita e das
direitas para a esquerda, ao regime Militar Ditatorial Revolucionário
Repressivo, à infecção hospitalar que contraí de Tancredo, à sarna que me
passou Sarney, ao Plano Cruzado, Cruzeiro Novo, ao Plano Direto, ao Plano
Gancho, aos Planos Bresser, Verão, Inverno, Outono, Collor 1, Collor 2 e tenho
sobrevivido ao Plano Real, ao Plano Virtual, ao Plano Temer 1, Temer 2, ao
Plano Renan, ao Plano Dilma 1, à Nova Matriz Econômica, ao Plano Cunha e, ao
fim e ao cabo, ao Plano Dunha e digo que todos, como este último, assim como
meus meninos, tem o péssimo hábito de, ao formular planos, sempre olhar para
trás.
No caso do Plano Dunha até me parece justificável ficar de
olho atrás, mas chega a hora de olhar para frente, seja porque o dedo é fino e
bem esmaltado, seja o alarme digital é falso!
E essa hora é agora.
E a pessoa a fazer isso sou eu, pois eu vim de todos esses
passados e tendo sobrevivido a todos, e só eu posso salvar o país da crise em que
se encontra. Mais ninguém! Eu sou o salvador!
Pois estar em crise é olhar para frente!!!
Olhemos para o futuro, pois o Brasil é o país do futuro.
Conciliando os meninos, seguem aqui bases para um plano
visando tirar o país da crise e reinserí-lo em seu devido lugar, o futuro!!!
Comecemos admitindo que ambos estão certos e errados ao
mesmo tempo, pois começam por detalhes quando deveriam olhar para o “macro da
coisa”.
Pontualmente, sugiro:
1 – Na Economia: Política de Juros
Os juros devem ser negativados por lei. Uma simples reforma
constitucional revolucionária deve acabar com esse conceito equivocado de
juros. Trata-se de uma ideia arcaica que precisa ser superada, essa historieta
de gerar riqueza com juros positivos. O contrário é que faz sentido – o que
deve gerar riqueza são os juros negativos. Vamos alterar o artigo 192 da
Constituição e adotar este regime: “O sistema financeiro nacional, estruturado
de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos
interesses exclusivos do Governo, em todas as partes e Partidos que o compõem,
será regulado por meio de decretos presidenciais e medidas provisórias de
caráter permanente e perpétuo, devendo, as partes que o compõem se sujeitarem
ao regime compulsório de juros negativos. Parágrafo Único. A cobrança de juros
acima de zero será considerada crime contra a segurança nacional e sujeitará a
Instituição Financeira a dissolução compulsória com perda de seus recursos
depositados integralmente a favor dos partidos que compuserem a base do
governo, cuja divisão do bolo caberá de forma discricionária ao titular da
Presidência da República ou ao titular anterior, quando o atual for
beneficiário de ‘capital eleitoral’ do Presidente anterior”. Vejam, essa regra
simples, limpinha, clara, democrática, cristalina e benéfica irá incutir na
cabeça do brasileiro que “se me emprestar dinheiro, vai, por lei e pela
constituição, obrigatoriamente receber menos do que me emprestou”. Não
estaremos inovando, pois vários países já praticam a política dos juros
negativos, dentre eles, o portentoso Japão. Com essa política, a discussão de
juros e essa perda imensa de tempo, papel e saliva acabará definitivamente. Com a implementação dos juros negativos perpétuos, automaticamente iremos desindexar a economia de forma perene, definitiva e derradeira. Como? Simplesmente acabando com todos os índices. Todos sabemos que o que gera inflação não são os preços. O que gera inflação é o maldito do IPCA, do IPG-M, dos IGPs da vida, dos IPCs e demais siglas vis e repugnantes. Acabando com essas siglas e índices todos, acabar-se-á magicamente com a inflação, pois a inflação vem dessas medições. Acabando as medições, automaticamente acabam-se as medidas.
2 – Na Economia Política: o Gasto Público
É óbvio que o gasto público tem que aumentar. Se não houver
imposto suficiente, que se imprima dinheiro! Não há coisa mais falaciosa do que
emitir títulos e trocar por dinheiro alheio, se podemos, nós mesmos, imprimir
nosso dinheiro e distribuir diretamente na máquina pública, sem as burocracias
da contabilidade criativa, que tanto amolam quem quer crescer. E vejam,
imprimir dinheiro não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal, oras! Por outro
lado, o gasto público não poderá ser voltado para obras e essa coisa cafona de
PAC ou projetos de infraestrutura. Deverá ser prioritaria e integralmente
voltado para o pagamento de proventos de pessoas ligadas ao Estado. As obras
continuarão todas na iniciativa privada e o gasto público se concentrará em
pessoas, empregos, enfim – vamos resolver o problema do emprego!!! Para isso,
algo importantíssimo será acabar com os concursos públicos. Uma reforminha no
artigo 37, II da Constituição bastará. Eis a proposta: “a investidurá em cargo
ou emprego público depende de aprovação prévia do chefe do cargo segundo seus
critérios pessoais e partidários, mantendo-se a estabilidade vitalícia e o
regime da responsabilidade geral do funcionalismo público”. Os demais incisos
devem ser revogados todos. Vejam, ao governo não caberá nenhuma função
econômica direta, podendo todos, da administração direta ou indireta, se
dedicarem com total esforço na administração e gestão das burocracias, dando
ordens uns aos outros e resolvendo os conflitos de competências e atribuições,
estando assim, todos, de maneira uniforme, empregados e ocupados. Aos poucos
que optarem ficar do lado de fora do Estado, um regime diferenciado lhes
esperará. Para os que ficarem “do lado de cá do Estado”, um outro ponto
importante “cross-referenciado” no artigo proposto é o regime da responsabilidade geral do funcionalismo público. Para
isso, todos os parágrafos ao artigo 37 devem ser revogados e substituídos por
este: “as pessoas investidas nos cargos
públicos são invioláveis e sagradas e não estão sujeitas a responsabilidade
alguma”. Essa medida irá permitir que o funcionalismo exerça a ponderada
moderação na sociedade civil e, ao mesmo tempo, irá iniciar uma vasta
diminuição da população carcerária, com altas chances de zerá-la no médio prazo,
restando apenas na cadeia os maléficos e hediondos usurários que infringirem o
novel artigo 192 da Constituição e a Lei de Segurança Nacional e ousarem cobrar
juros positivos daqueles a quem visarem emprestar dinheiro.
3 – Ainda a Economia Política: Outras formas do Gasto
Público
O Estado precisa entrar em acordos com o Mercado. Apenas com
a inteiração entre Estado e Mercado é que uma Economia flui de verdade. Não é
necessário que nem um, nem outro, trabalhem – basta que estejam ocupados em
algo que em menos de três meses, teremos as taxas de desemprego zeradas.
Entretanto, a lei tem obstáculos muito bregas que impedem que essa relação se
dê de forma plena. Temos lido teses jurídicas arrojadas e assentamos que um
correto projeto para o país passa pela revogação da Lei das Licitações, que se
torna inútil quando reformamos o artigo 37 da Constituição e extirpamos todos
aqueles incisos inúteis, sobretudo o XXI. Entretanto, para que tudo fique bem
claro, propomos dois parágrafos ao artigo 37 nestes termos: “§1º - Os órgãos
públicos de maneira geral poderão criar departamentos, seções, repartições,
sub-orgãos, pastas, comissões, ministérios, secretarias, autarquias, agências,
fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista, agregada ou de
economia segregada, limitadas, sociedades civis, simples, complexas, em comum,
em conta de participação, sociedades de gaveta, sociedades fantasma,
consórcios, parcerias, associações, sociedades de propósito específico,
sociedades de propósitos quaisquer, holdings
puras ou impuras, previstas em lei ou não (inclusive as vedadas, proibidas ou
imorais segundo a lei, a constituição ou as bulas e encíclicas Papais) ao seu
bel prazer e dentro das conveniências do chefe, ficando totalmente livre para
contratar novos funcionários no salário que bem entender bem como prestadores
de serviço e fornecedores de bens ou de qualquer outra coisa, segundo critérios
de conveniência própria do chefe ou de quem estiver de plantão contratando”.
Agregaríamos ainda este outro parágrafo: “§2º - As contratações em geral, bem
como as específicas e as aleatórias ou randômicas, sobretudo as de obras, serviços,
compras e alienações obedecerão estritamente às portarias, instruções
normativas, regulamentos, ofícios, regras, regrinhas, costumes, procedimentos,
hábitos, vícios, ordens verbais e escritas, bem como as ordens não escritas e
meramente pensadas, emitidas por quem quer que integre ou venha a integrar o
órgão contratante”. Essas medidas visam à desburocratização absoluta do Estado, à
descentralização administrativa, à celeridade nas relações (o brasileiro gosta
mesmo é de uma relação rapidinha e detesta as preliminares, por sua
burocraticidade). Busca-se uma administração voltada para resultados, algo que
há tempos o Brasil vem carecendo. E mais: eliminamos a desconfortável discussão sobre privatização da PETROBRÁS, pois, nesse regime vencerá o bordão "Para a PETROBRÁS tanto faz...".
4 – A Política da Economia: reforma Trabalhista
Temos que decretar o fim da CLT. Temos que aproveitar que o
artigo 61 da Constituição não declarou os incompreensíveis artigos 6º e 7º como
cláusulas pétreas e simplesmente revogar aquele amontoado de regras inúteis e
incompreensíveis. Temos que ter em mente a realidade que vivemos hoje. E essa
realidade é o rodízio de placas com final 1-2 (2ªs feiras), 3-4 (3ªs feiras),
5-6 (4ªs feiras), 7-8 (5ªs feiras) e 9-0 (6ªs feiras). Isso obriga muitos a
terem que trabalhar mais do que o necessário ou mentirem para chegar atrasados,
ocupando espaço e tempo desnecessário nas firmas, nas repartições e nos ofícios
oficiais e oficiosos. Temos que admitir que a revolução trabalhista no Brasil
começou com o Rodízio de Veículo nas Capitais e Marginais! A legislação
trabalhista tem que se adaptar, então, ao RVCM de modo que ninguém será
demandado ao trabalho antes das 10,30hs e não poderá permanecer na repartição
ou escritório após as 16,30hs, cujas portas automáticas se fecharão, sendo
abertas apenas a meia noite para os que ficaram no escritório ou repartição
para a prática da irrumatio laboribus, fututio laboribus, pedicabo laboribus ou da tergeo
laboribus, únicas razões aceitas para permanência no escritório ou
repartição após o horário do RVCM. Com essa redução da carga, sobrará trabalho
para que outros sejam contratados e aqueles desafortunados que não têm amigos
no governo, ficarão livres para buscar alternativas no Mercado. Com o fim da
CLT, ninguém mais será contratado mediante contrato de trabalho e todos
ingressarão nas firmas por meio da compra de uma ação. Não haverá mais RH e nem
área de recrutamento; somente as áreas de Relação com Investidores (de
preferência, com atuação remota). Basta que as pessoas comprem ações e se
dirijam as empresas para ver o que conseguem fazer para ajudar o patrão (que é
quem eventualmente tem mais ações), que por sua vez se ocupada para ajudar
algum órgão do governo. Simples assim. Se no fim entrar recursos, os auxiliares
de mercado (vamos chamá-los assim e extinguir os termos “empregados”, “trabalhadores”,
“funcionários” e sinônimos horrorosos afins) receberão seus trocados na forma
de dividendos, que poderão ou não ser distribuídos de forma disfarçada. Assim
ficaremos livres para alterar o artigo 92, inciso IV e os artigos 111 a 116 da
Constituição e desburocratizar mais ainda essas relações de trabalho,
transformando todos os párias em capitalistas, em acionistas, em titulares de
direitos segundo a Lei 6.404/76! Nada de CLT! Vamos todos para a Lei das S.A. e
o problema do emprego estará resolvido. Nunca mais precisaremos do CAGED para
ficar monitorando quantas carteiras assinadas temos ou deixamos de ter. E
assim, um documento a menos para apresentar na hora de tirar passaporte ou
pedir visto para os EUA! E mais: é o fim da luta de classes e desse assunto,
aberta exceção apenas para o exercício do livre fanatismo (veja o item 6
abaixo).
5 – Ainda a Política da Economia: a reforma do Direito Civil
Geral
Há uma coisa caipira neste Brasil que é deixar o Código
Civil restrito para a contratação entre particulares. Como essa contratação, no
regime que proponho, tende a acabar, temos que reutilizar essa norma linda e
poética para as relações jurídicas que sobrarem, a saber, as relações entre os
particulares e os funcionários públicos, sejam entre si, sejam cada qual
representando suas respectivas pessoas jurídicas, órgão, secretarias, etc, etc,
etc, sem qualquer limite ou pudor. Isso nos levará à revogação dos artigos 317
e 333 do Código Penal e seus tipos conexos et
caterva, para sevinserir no Código Civil um Parágrafo Único ao artigo 693 a
seguinte regra “Os pagamentos de comissões e propinas decorrentes de
contratações previstas no art. 37, §2º da Constituição deverão se dar
exclusivamente no regime contratual previsto neste Capítulo, sendo inaplicáveis
a esse tipo de pagamento de propina, comissão, pixuleco ou acarajé os artigos
696, 698 e 706 (este, porque é horrível e inconstitucional)”. Podemos ainda
pensar, alternativamente, para que não caia em desuso, em um regime alternativo
para que as partes optem pelo pagamento da propina por meio do artigo 693 ou
por meio do 722 do Código Civil, mas se queremos desburocratizar e fazer com
que tudo possa ser pago pelo mero preenchimento de “contratos formulários”, o
ideal é termos um contrato só e o outro que se foda. Se quisermos dar um “ar
democrático”, é possível admitir dois tipos de contrato, que serão impressos em
formulários de cores diferentes e cuja escolha (essência da democracia!!!)
caberá às partes: formulário rosa (comissão) ou formulário verde (corretagem).
6 – Política Social: o Fanatismo
Falta ao Brasileiro um pouco mais de genuíno fanatismo. O
brasileiro exerce falso fanatismo pois logo troca suas preferências por algo
mais da moda. É necessário estimular o genuíno fanatismo, aquele vai com a
pessoa pelo resto da vida e rege, inclusive, a sua forma de se vestir e a forma
de decorrar a Sua Casa e a Sua Vida. O fanatismo genuíno faz com que o cidadão
não fique focado nas questões que cabem exclusivamente aos economistas
resolverem deixando-nos em paz para cuidarmos do que interessa, enquanto eles
se ocupam do objeto do fanatismo, algo importantíssimo para girar a economia
também. Assim, deverá ser obrigação de cada brasileiro exercer um fanatismo. Poderá
ser em relação a um time de futebol (preferencialmente sempre), uma religião
(isso também ajuda muito), uma associação ou um clube (algo como uma entidade
exotérica ou ritualística), uma série de TV, uma ou várias personagens (de
preferência os criados ou adquiridos pelos Studios
Disney©), uma ideologia (essa também é ótima, desde que não leve
a reflexões muito profundas sobre o que estamos fazendo, de preferência se for
o debate entre “luta de classes” e o “livre mercado”), uma dieta, uma causa
social (esta também é ótima e pode envolver todos os assuntos mirins que não
afetem o que estamos fazendo que possa envoler cães, gatos e minorias majoritárias ou ainda temas como 99Táxis X Uber), uma doutrina econômica (semelhante ao que fazem
os meus meninos), uma doutrina jurídica, uma doutrina religiosa, uma doutrina
de vida (tipo uma crença semireligiosa, um grupo semiterrorista protoislâmicopentecostal, uma vanguarda revolucionária a pé ou de ônibus), uma corrente literária, um esporte
(não precisa praticar, basta ficar conectado e opinar sem ser perguntado), o
BBB, uma novela, uma marca de carro, um lugar de diversão, uma atividade física
(de preferência pedalar), um evento seja ele personificado ou não (tipo
Carnaval, um Trio Elétrico, Natal, Passeata Gay, Papai Noel, Halloween, Passeata das Vadias, Saci Pererê, Passeata da Maconha, Ovnis, a
volta do Salvador, a Morte de Elvis, Passeata Fora Dilma, a chegada do Homem a Lua, Passeata "Não Vai Ter Golpe", Blog - Ciclovia Eu Sou A Favor, hashtagciclonazistas), uma escola de
samba, um ou vários músicos, um gibi, um cosplay,
uma posição sexual, uma tara, uma opção sexual, uma pessoa (morta, viva, semi morta, existente,
inexistente, fictícia ou semi friccional, desde que acalente o sentimento
fanático), uma Teoria Conspiratória (se for de natureza política, melhor
ainda), um assunto (ser monotemático é uma das formas mais brilhantes de
fanatismo pós-moderno, tal como falar da Dilma o tempo todo ou ser meramente
fofoqueiro em relação a um grupo, uma pessoa ou ambiente de convívio), uma
marca de roupa, sapatos, bolsas, cosméticos, blogs, apps, marcas de gadgets, um shopping center, uma comida, um restaurante, uma bebida, um vício, um entorpecente (pode ser Maria Joana, de preferência, podendo se discutir com aplausos os seus benefícios e o quanto ela faz menos mal que o onanismo-de-mão-esquerda-dormente) – enfim... A constituição se encerraria no artigo 193 (revogando-se
todos os seguintes), que assumiria a seguinte redação: “A ordem social tem como
base o primado do fanatismo e como objetivo o bem-estar e aquietação sociais”,
com a extinção não apenas do regime da previdência e da seguridade social, mas
sim com o término dessa discussão enormemente chata de sua reforma. Acabe-se
logo com tudo e paremos de discutir remendos que se apelidaram de reformas!
Para a vida, uma pessoa não precisa de aposentadoria, mas algo a se apegar até
o leito de morte. E isso só a democracia que proponho pode dar, pois “a democracia se exalta no fanatismo”, já
dizia o profeta Jeremias. A varidade de escolhas é tão infinita no fanatismo
que não há outra forma mais acabada e leal de exercício das vontades
democráticas do que um bom e bem exaltado fanatismo. O fanatismo dá uma razão
de vida ao cidadão e faz com que os operadores da Máquina Estatal possam fazer
as reformas e projetos necessários para que ele, cidadão, fique em paz com seu
fanatismo. Sem fanatismo não há país livre. Um país que não estimula o
fanatismo escraviza seus cidadãos e os torna alienados! Um país sem fanáticos é
um país de alienados e escravos. Ao conectar-se com paixões irrestritas e
irracionais a um desses inúmeros itens, o cidadão sente um grande frescor de
liberdade na pele. Quando então o cidadão é capaz de se concetar com paixão
irrefreável e tresloucada a DOIS OU MAIS itens, incluindo mas não se limitando
aos citados acima, saiba, leitor, que você estará diante de um GÊNIO, de um
ESPECIALISTA.
Com este plano, o Brasil sairá da crise para o Progresso!!!
E com Ordem!!!
VIVAT!
VIVAT!
VIVAT!
MASSAS APELAM A LULA PARA SEDUZIR AS ELITES
Caderno de Gastronomia
por Chef Kodachi
Realmente, não há membro da elite que resista!!!
por Chef Kodachi
Realmente, não há membro da elite que resista!!!
Lula e as massas, quando lado a lado, são irresistíveis...
MASSAS SE UNEM A COXINHAS
Caderno de Gastronomia
por Chef Kodachi
Um novo horizonte se abre no país com a união das massas com coxinhas. As imagens são impactantes!!!
MASSAS E COXINHAS, VAMOS ACABAR COM A FOME NO BRASIL!!!
por Chef Kodachi
Um novo horizonte se abre no país com a união das massas com coxinhas. As imagens são impactantes!!!
MASSAS E COXINHAS, VAMOS ACABAR COM A FOME NO BRASIL!!!
Massas dão origem a coxinhas
Detalhe sórdido das coxinhas envoltas pelas massas
Massas se unem a coxinhas frescas para acabar com a fome no Brasil!!!
UNIÃO DAS MASSAS UNIFICA O PAÍS!
Caderno de Gastronomia
por Chef Kodachi
Depois de semanas de desinteligência, massas se unificam em benefício do país!
por Chef Kodachi
Depois de semanas de desinteligência, massas se unificam em benefício do país!
Massas estão alinhadas
Assinar:
Postagens (Atom)







































